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Marítimo 1 x Barreiro 2 [Vídeo]
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Barreiro ganha fora no último minuto
Terreno pesado e um relvado já difícil com alguma chuva e pouco público. No primeiro livre Marco Spencer colocou à prova o guardião Castro.
O Barreiro sabia ao que vinha: assumir a estratégia, enquanto o Marítimo procurava assumir o jogo. Mas, apesar de ter mais bola, só houve perigo no último quarto de hora da primeira parte num cruzamento de Edemilson para Ibraima cabecear ao lado.
No entanto, o golo ainda ia acontecer antes do intervalo, aos 44 minutos, numa assistência de Gervásio para Pedro Rodrigues fazer o quarto da época. A equipa da casa mostrava que está melhor em relação à 1ª fase da serie Açores, embora tenha apenas 2 graciosenses na formação inicial.
Já na segunda parte, aos 55 minutos, o lance em bem desenvolvido por Edemilson que assiste novamente Pedro Rodrigues, mas desta vez o faialense falhou o alvo. Na resposta Marco Miranda ainda bateu para o fundo das malhas, mas estava em posição irregular.
A equipa do Porto Judeu estava melhor nesta fase da partida e José Isidro atirou outra vez ao lado. Foi, entretanto, o aviso para o empate que surgiu aos 67 minutos. Ivo aproveitou o espaço para fazer o golo.
Na resposta, o Marítimo foi menos eficaz na finalização com Freddy a desperdiçar nova ocasião de bola parada. Mais um livre aos 81 minutos e desta vez foi o guarda-redes Ronaldo quem negou o golo a Ibraima.
Até que aos 95, num lançamento que supostamente seria para o Marítimo, Marco Spencer foi lesto a cruzar, Castro não fez tudo e Ivo empurrou para o fundo da baliza.
O Barreiro sai da Graciosa com uma vitória da eficácia, quando a equipa da casa teve condições para garantir outro resultado.
O Barreiro sabia ao que vinha: assumir a estratégia, enquanto o Marítimo procurava assumir o jogo. Mas, apesar de ter mais bola, só houve perigo no último quarto de hora da primeira parte num cruzamento de Edemilson para Ibraima cabecear ao lado.
No entanto, o golo ainda ia acontecer antes do intervalo, aos 44 minutos, numa assistência de Gervásio para Pedro Rodrigues fazer o quarto da época. A equipa da casa mostrava que está melhor em relação à 1ª fase da serie Açores, embora tenha apenas 2 graciosenses na formação inicial.
Já na segunda parte, aos 55 minutos, o lance em bem desenvolvido por Edemilson que assiste novamente Pedro Rodrigues, mas desta vez o faialense falhou o alvo. Na resposta Marco Miranda ainda bateu para o fundo das malhas, mas estava em posição irregular.
A equipa do Porto Judeu estava melhor nesta fase da partida e José Isidro atirou outra vez ao lado. Foi, entretanto, o aviso para o empate que surgiu aos 67 minutos. Ivo aproveitou o espaço para fazer o golo.
Na resposta, o Marítimo foi menos eficaz na finalização com Freddy a desperdiçar nova ocasião de bola parada. Mais um livre aos 81 minutos e desta vez foi o guarda-redes Ronaldo quem negou o golo a Ibraima.
Até que aos 95, num lançamento que supostamente seria para o Marítimo, Marco Spencer foi lesto a cruzar, Castro não fez tudo e Ivo empurrou para o fundo da baliza.
O Barreiro sai da Graciosa com uma vitória da eficácia, quando a equipa da casa teve condições para garantir outro resultado.
Série Açores (2ª Fase) - 2ª Jornada
Estádio Municipal de Santa Cruz
Árbitro: José Figueiredo (A. F. Lisboa)
Assistentes: Ilídio Silva e Ricardo Maio
Árbitro: José Figueiredo (A. F. Lisboa)
Assistentes: Ilídio Silva e Ricardo Maio
Ao intervalo:
1-0
1-0
Marítimo 1
Castro
Anísio
(Nuno Correia, 53m)
Tiago Sousa
Freddy
Edemilson
Flávio Picanço
Gervásio
Pedro Rodrigues
Mário (Cap.)
Ibraima
Cesar
(Luís Silva, 73m)
Anísio
(Nuno Correia, 53m)
Tiago Sousa
Freddy
Edemilson
Flávio Picanço
Gervásio
Pedro Rodrigues
Mário (Cap.)
Ibraima
Cesar
(Luís Silva, 73m)
Não Utilizados
Pedro Cabeceiras, Fábio Picanço, Isidro, Nelson Melo e Luís Carlos
Pedro Cabeceiras, Fábio Picanço, Isidro, Nelson Melo e Luís Carlos
Treinador
Isidro Beato
Barreiro 2
Ronaldo
Nelson
Nuno
(Chiquinho, 84m)
Fábio
Nobita
José Isidro
Hélder
Jorge
(Marco André, 61m)
Ivo
Spencer
Marco Miranda
(Anselmo, 90m)
Não Utilizados
Bruno
Treinador
Hildeberto Borges
Disciplina
Cartão amarelo para Jorge (37m), Fábio (50m), Edemilson (81m), Ivo (90m), Nuno Correia (93m), Ronaldo (95m) e Nobita (96m).
Marcadores
Pedro Rodrigues (44m) e Ivo (67m e 95m)
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Deslocação importante à Graciosa
Amanhã
pelas 15h00, o Barreiro defronta no Estádio Municipal de Santa Cruz da Graciosa
o Marítimo da Graciosa, de prever um jogo bastante difícil devido ao bom período
que os graciosenses atravessam, pontuar neste desafio é de extrema importância se
tivermos em conta que o Marítimo é neste momento a equipa que segue a nossa
equipa na classificação.
Força Barreiro, estamos contigo, vence por nós!
Série Açores | 2ª Fase - 1 ª Jornada
Apuramento do Campeão
S. C. Praiense x S. C. Angrense
S. C. Ideal x C. D. Rabo de Peixe
Grupo da Despromoção
F. C. Flamengos x Vitória C. F. Pico
Prainha F. C. x F. C. Santiago
S. C. Marírimo x S. C. Barreiro
Força Barreiro, estamos contigo, vence por nós!
Série Açores | 2ª Fase - 1 ª Jornada
Apuramento do Campeão
S. C. Praiense x S. C. Angrense
S. C. Ideal x C. D. Rabo de Peixe
Grupo da Despromoção
F. C. Flamengos x Vitória C. F. Pico
Prainha F. C. x F. C. Santiago
S. C. Marírimo x S. C. Barreiro
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Barreiro 2 x Flamengos 2 [Vídeo]
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Inicio da 2ª Fase
Este
fim de semana marca o arranque da 2ª Fase da Série Açores de Futebol, o
Barreiro que ocupa á partida o 2º lugar do grupo da despromoção tenta fugir aos
dois últimos lugares por forma a garantir a presença na primeira edição do
Campeonato dos Açores de Futebol (prova que substitui a Série Açores), na
primeira jornada o Barreiro defronta o ultimo classificado, o Flamengos, o jogo
realiza-se amanhã (Sábado, 09 de Março) no Municipal de Angra do Heroísmo pelas
15h00.
Série Açores | 2ª Fase - 1ª Jornada
Apuramento do Campeão
C. D. Rabo de Peixe x S. C. Praiense
S. C. Angrense x S. C. Ideal
Grupo da Despromoção
S. C. Barreiro x F. C. Flamengos
Santiago F. C. x S. C. Marítimo
Vitória F. C. Pico x Prainha F. C.
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Sorteio da 2ª Fase da Série Açores
Terminada
a primeira fase desta que é a última edição da Série Açores, o balanço da
participação do Barreiro deverá ser considerado excelente, os 10 pontos que
separam a nossa equipa das duas ultimas posições (aquelas que determinam a
despromoção) dão confiança à equipa para lutar por uma vaga no primeiro Campeonato
de Futebol dos Açores, o desempenho dos comandados de Hildeberto tem sido de
superação constante, as vitórias sobre Santiago e Prainha espelham bem a enorme
evolução deste conjunto, sendo que o Barreiro chegou mesmo a ultrapassar o Prainha
na tabela classificativa, se pensarmos que o conjunto do Pico conta nas suas
fileiras com oito atletas que na passada época jogavam na II Divisão torna-se
fácil de medir o mérito deste atual sexto lugar na classificação.
O sorteio da segunda fase da prova realiza-se amanhã ao início da tarde na sede da Federação Portuguesa de Futebol, no grupo da luta pela permanência na Série Açores encontram-se o Santiago (30 pontos), Barreiro (20 pontos), Prainha (18 pontos), Vitória (11 pontos), Marítimo (10 pontos) e Flamengos (6 pontos), a jornada inaugural da fase final está marcada para o dia 10 de Março.
O sorteio da segunda fase da prova realiza-se amanhã ao início da tarde na sede da Federação Portuguesa de Futebol, no grupo da luta pela permanência na Série Açores encontram-se o Santiago (30 pontos), Barreiro (20 pontos), Prainha (18 pontos), Vitória (11 pontos), Marítimo (10 pontos) e Flamengos (6 pontos), a jornada inaugural da fase final está marcada para o dia 10 de Março.
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Barreiro 1 x Santiago 0 [Vídeo]
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Fechamos mesmo em grande!
O Barreiro fez questão de forçar a qualidade, colando o seu futebol rente à relva e assumindo protagonismo na primeira-parte, principalmente no transporte da bola para zonas de ataque, embora isto não tenha significado falta de equilíbrio. O vento, a soprar bastante forte, condicionou o comportamento das duas equipas e Ivo, com a brisa pelas costas, viu o remate ser amparado até ao poste. Iam decorridos dois minutos e, depois, o Santiago ainda introduziu a bola na baliza, lance bem anulado por fora-de-jogo.Nobita raramente foi lateral-esquerdo. Sempre que o esférico passou o meio-campo, colocou-se ao lado de Jorge para formar um trio com Hélder. Na defesa ficou Fábio, Nelson e José Isidro, enquanto Lhuka, a 10, Isidro e Spencer, nas faixas, tentavam servir Marco Miranda. O primeiro momento de verdadeira festa foi mesmo do ponta-de-lança do Porto Judeu, aos 22 minutos: soberbo o passe de rotura de Lhuka e Marco Miranda a fazer render a técnica individual para fuzilar para o poste mais distante.
Um golo que furava um pouco os planos ao Santiago, até porque, em Rabo de Peixe, o Angrense marcou quase de seguida. Para assegurar a última posição do Grupo "A" na derradeira jornada da primeira fase da Série Açores, só uma vitória interessava. Filipe Andrade, regressado do Chaves, foi a unidade mais avançada, mas os micaelenses raramente subiram a preceito no terreno, não obstante um ou outro arrepio motivado por alguma descompensação na defensiva da casa.
O intervalo mudou o vento, que passou a favorecer os visitantes. Talvez empurrados, os jogadores do Santiago bascularam quase por completo para a metade de campo defendida pelos locais, mas estiveram muito distantes de conseguir uma reação minimamente efetiva. Aliás, foi o Barreiro que, ao cerrar fileiras, manteve o sinal mais, saindo com a bola devidamente orientada para o processo ofensivo.
Só a partir da hora de jogo os verdes mostraram alguma resignação, embora sempre sujeitos aos contragolpes contrários. O Barreiro, aqui e ali, encostou demasiado as duas linhas mais recuadas e, sempre que a bola voou para as costas da defesa, os lances tornaram-se mais difíceis de aliviar. Aos 77 minutos, livre muito perigoso executado por Ludgero, ele que, apesar da veterania, é a unidade mais criativa do conjunto de S. Miguel.
Sempre que voltou a colocar a bola no chão, trocando-a com acerto e apoio constante, o Barreiro serenou, deixando de apostar nos tiros de longe, solução recorrente na primeira-parte. Pelo menos chutou o jogo para longe da sua área, favorecendo o controlo dos diversos momentos. Sérgio Santos fez uso dos dois únicos suplentes disponíveis e, nos últimos cinco minutos, as bolas paradas (uma na trave e outra com enorme defesa de Ronaldo) originaram grande sufoco. Mas foi mais feliz Hildeberto Vieira, num triunfo justo, que faz crescer a confiança na manutenção. O Santiago falha o quarto lugar.
Arbitragem sem problemas.
Série Açores - 18.ª Jornada
Campo Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Hugo Alves (AF Viana do Castelo)
Assistentes: José Moreira e José Dias
Árbitro: Hugo Alves (AF Viana do Castelo)
Assistentes: José Moreira e José Dias
Ao intervalo:
1-0
1-0
Barreiro 1
Ronaldo
Nelson (cap.)
Fábio
José Isidro
Nobita
Ivo
Jorge
(Anselmo, 90+3m)
Hélder
Spencer
Lhuka
Marco Miranda
(Célio, 90+2m)
Nelson (cap.)
Fábio
José Isidro
Nobita
Ivo
Jorge
(Anselmo, 90+3m)
Hélder
Spencer
Lhuka
Marco Miranda
(Célio, 90+2m)
Não Utilizados
Anselmo, Xiquinho, Marco André, João Ávila e Nuno.
Anselmo, Xiquinho, Marco André, João Ávila e Nuno.
Treinador
Hildeberto Vieira.
Hildeberto Vieira.
Santiago 0
Rogério
Luís Soares
Jorginho
Manu
Ludgero (cap.)
(Bruno Alves, 88m)
Fábio Santos
Rodrigo
Filipe Andrade
Nuno Sociedade
Valério
(Armando, 79m)
Tozé
Luís Soares
Jorginho
Manu
Ludgero (cap.)
(Bruno Alves, 88m)
Fábio Santos
Rodrigo
Filipe Andrade
Nuno Sociedade
Valério
(Armando, 79m)
Tozé
Não Utilizados
Não houve.
Não houve.
Treinador
Sérgio Santos.
Sérgio Santos.
Disciplina: cartão amarelo para Jorginho (22m), Nobita (36m), Filipe Andrade (44m), Manu (58m), Nuno Sociedade (73m) e Lhuka (74m).
Marcador: Marco Miranda (22m).
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Fechar a 1ª Fase da Série Açores em beleza.
Depois da derrota na deslocação ao terreno do Vitória, o Barreiro tenta novamente alargar a distância pontual que o separa desta mesma equipa do Pico (que visita o Praiense nesta jornada), para que tal aconteça terá de impor o seu futebol em casa frente ao Santiago, trata-se de um adversário difícil que tenta entrar no grupo dos 4 primeiros, frente ao conjunto de Água de Pau só um Barreiro forte poderá obter pontos, este interessante jogo tem inicio marcado para as 15h00 de Domingo (17 de Fevereiro) no Municipal de Angra do Heroísmo.
Vem apoiar o Barreiro!
Vem apoiar o Barreiro!
Série Açores – 18ª Jornada
S. C. Barreiro – Santiago F. C.
F. C. Flamengos – S. C. Marítimo
S. C. Praiense – Vitória F. C. Pico
C. D. Rabo de Peixe – S. C. Angrense
S. C. Ideal – Prainha F. C.
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Associações mudam as regras
Angra do Heroísmo e Horta votaram a favor da permanência das equipas em lugares de descida na série Açores de futebol. O mérito desportivo passou para segundo plano. Equipas como o Flamengos e Marítimo podem ser beneficiadas duas vezes.
As associações de futebol de Angra do Heroísmo e Horta aprovaram por maioria (vota contra de Ponta Delgada) a permanência das equipas que ocupam lugares de descida na transição da atual série Açores da III divisão para o próximo campeonato de futebol dos Açores.
Habitualmente, qualquer compensação era feita por rotatividade entre as três associações e permitia a subida do segundo classificado do campeonato, como de resto sucedeu com Flamengos e Marítimo que foram promovidos pela via administrativa para os lugares de Madalena e Boavista que desistiram da participação na série Açores.
Só que a partir da temporada 2013/14 e com aplicação no novo campeonato de futebol dos Açores, prova que substitui a série regional da III divisão nacional, as compensações serão feitas pela manutenção de quem ocupar uma posição de despromoção. Ou seja, somente o último classificado poderá ser relegado para as provas de ilha.
O futuro campeonato de futebol dos Açores será composto por dez equipas. No final da temporada em curso sobem os dois primeiros à II divisão e desceriam os três últimos, o que deixaria a prova com cinco emblemas inscritos. Subindo os três campeões das associações, o número aumentaria para oito e seriam repescados dois segundos classificados para completar a prova.
Só que em vez de repescar (isto partindo do pressuposto que Operário e Lusitânia se mantêm na II divisão) como foi feito em edições anteriores, a alteração à regra da rotatividade valoriza a manutenção do oitavo e nono classificados, descendo apenas o último. Se uma das formações açorianas que compete na II divisão for despromovida, cai o nono posicionado da série Açores para o regional. Só se descerem as duas é que os três últimos são relegados para o escalão abaixo.
Aplicando a classificação atual nos dois campeonatos o Lusitânia seria relegado para o próximo campeonato de futebol dos Açores e o Vitória não desceria aos regionais. Ou seja, o Marítimo e o Flamengos que subiram pela via administrativa, poderão ainda evitar a descida na secretaria e serem beneficiados duas vezes na mesma temporada.
Acácio Mateus | RTP Açores
Habitualmente, qualquer compensação era feita por rotatividade entre as três associações e permitia a subida do segundo classificado do campeonato, como de resto sucedeu com Flamengos e Marítimo que foram promovidos pela via administrativa para os lugares de Madalena e Boavista que desistiram da participação na série Açores.
Só que a partir da temporada 2013/14 e com aplicação no novo campeonato de futebol dos Açores, prova que substitui a série regional da III divisão nacional, as compensações serão feitas pela manutenção de quem ocupar uma posição de despromoção. Ou seja, somente o último classificado poderá ser relegado para as provas de ilha.
O futuro campeonato de futebol dos Açores será composto por dez equipas. No final da temporada em curso sobem os dois primeiros à II divisão e desceriam os três últimos, o que deixaria a prova com cinco emblemas inscritos. Subindo os três campeões das associações, o número aumentaria para oito e seriam repescados dois segundos classificados para completar a prova.
Só que em vez de repescar (isto partindo do pressuposto que Operário e Lusitânia se mantêm na II divisão) como foi feito em edições anteriores, a alteração à regra da rotatividade valoriza a manutenção do oitavo e nono classificados, descendo apenas o último. Se uma das formações açorianas que compete na II divisão for despromovida, cai o nono posicionado da série Açores para o regional. Só se descerem as duas é que os três últimos são relegados para o escalão abaixo.
Aplicando a classificação atual nos dois campeonatos o Lusitânia seria relegado para o próximo campeonato de futebol dos Açores e o Vitória não desceria aos regionais. Ou seja, o Marítimo e o Flamengos que subiram pela via administrativa, poderão ainda evitar a descida na secretaria e serem beneficiados duas vezes na mesma temporada.
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Vitória 1 x Barreiro 0 [Vídeo]
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Um golo sensivelmente a meio da segunda parte foi suficiente para o Vitória do Pico regressar aos triunfos, após sete jogos consecutivos sem vencer.
O Vitória, emblema da ilha do Pico, regressou aos triunfos e renovou as legítimas esperanças num futuro melhor no que à luta pela manutenção na Série Açores da Terceira Divisão de Futebol diz respeito.
O coletivo da ilha montanha recebeu e derrotou o Barreiro por 1-0, em partida antecipada para sábado da 17.ª jornada do campeonato, três pontos preciosos que permitiram encurtar para seis a diferença para a turma do Porto Judeu que segue acima da linha de água.
Os pupilos de José Santos sabiam que este era um desafio de primordial importância para o futuro, no que respeita à luta pela permanência, e desde cedo procuraram acercar-se da baliza contrária. A maior preponderância ofensiva dos locais permitia-lhes criar mais lances de perigo, mas a finalização não era a mais adequada.
Somente aos 67 minutos é que o Vitória conseguiu desfazer o nulo com um golo de César que valeu três pontos que recolocaram a formação picoense na rota dos triunfos, após dois longos meses sem vencer.
O Barreiro, que chegava a este encontro com a perspetiva de poder dilatar a diferença para os lugares de despromoção, foi uma equipa incapaz de tirar proveito da maior tranquilidade classificativa para colocar em sobressalto a defensiva contrária.
O coletivo da ilha montanha recebeu e derrotou o Barreiro por 1-0, em partida antecipada para sábado da 17.ª jornada do campeonato, três pontos preciosos que permitiram encurtar para seis a diferença para a turma do Porto Judeu que segue acima da linha de água.
Os pupilos de José Santos sabiam que este era um desafio de primordial importância para o futuro, no que respeita à luta pela permanência, e desde cedo procuraram acercar-se da baliza contrária. A maior preponderância ofensiva dos locais permitia-lhes criar mais lances de perigo, mas a finalização não era a mais adequada.
Somente aos 67 minutos é que o Vitória conseguiu desfazer o nulo com um golo de César que valeu três pontos que recolocaram a formação picoense na rota dos triunfos, após dois longos meses sem vencer.
O Barreiro, que chegava a este encontro com a perspetiva de poder dilatar a diferença para os lugares de despromoção, foi uma equipa incapaz de tirar proveito da maior tranquilidade classificativa para colocar em sobressalto a defensiva contrária.
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Desafio importante
Na penúltima jornada da primeira fase o Barreiro (7º) visita o Vitória do pico (8º), depois do empate (2-2) arrancado a ferros no jogo da primeira volta, em perspetiva estamos perante um jogo bastante equilibrado em que pontuar seria importante, vencer seria ouro sobre azul (em caso de empate seria mantida a diferença de 9 pontos, em caso de vitória subiam para 12 os pontos que separam as duas equipas), pese a dificuldade da deslocação, com força e determinação os três pontos vem na bagagem para o Porto Judeu, o jogo a realizar no Municipal de São Roque tem o seu inicio marcado para as 15h00 de Sábado (09 de Fevereiro).
Força rapazes!
Força rapazes!
Série Açores – 17ª Jornada
Vitória F. C. Pico – S. C. Barreiro
Prainha F. C. – C. D. Rabo de Peixe
S. C. Angrense – S. C. Praiense
Santiago F. C. – F. C. Flamengos
S. C. Marítimo – S. C. Ideal
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Série Açores
Campeonato de Futebol dos Açores já tem acordo da maioria das Associações.
Na sede da AFAH estiveram reunidas as três Associações de Futebol desta Região. Representadas ao mais alto nível pelos respectivos presidentes.
Da reunião constavam os seguintes pontos:
Da reunião constavam os seguintes pontos:
Campeonato de Futebol dos Açores,
Regulamento da Prova,
Apoios Governamentais.
Regulamento da Prova,
Apoios Governamentais.
No que se refere a um dos pontos principais foram colocados os diversos cenários possíveis para o primeiro Campeonato dos Açores. Após discussão dos diversos pontos de vista foi aprovado com dois votos favoráveis, o da AFAH e AFH e o voto contra da AFPD o regulamento da prova.
Na Primeira edição do Campeonato de Futebol dos Açores serão intervenientes:
1 - Os Campeões Associativos das três Associações
2 - Clubes que eventualmente possam descer da II Divisão Nacional
3 - Serão convidados os clubes que por ordem de mérito desportivo, e face á classificação final desta ultima Série Açores preenchem os lugares disponíveis.
2 - Clubes que eventualmente possam descer da II Divisão Nacional
3 - Serão convidados os clubes que por ordem de mérito desportivo, e face á classificação final desta ultima Série Açores preenchem os lugares disponíveis.
Lembramos que o Campeonato de Futebol dos Açores será composto por 10 equipas e com o mesmo modelo da Série Açores, subindo á II Divisão Nacional o Campeão.
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Barreiro 0 x Praiense 2 [Vídeo]
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Derrota amarga
A primeira parte do Barreiro foi muito interessante. Jogou num 4:2:3:1 bem
definido com os jogadores a respeitarem as suas áreas de ação, exceto Ivo que
funcionava como ponta-de-lança móvel. As mutações posicionais do avançado
barreirense, embora sempre em latitudes altas, dificultaram a sua marcação pela
defesa do Praiense que optou sem alternativa pela vigilância zonal.
Marco André na esquerda e Spencer na direita impediam a subida dos laterais da Praia e quando fletiam para dentro, quase sempre alternadamente, ajudavam Lhuka a bloquear as saídas de Ricardo Costa. Hélder e Jorge eram sapadores bem entrosados no trabalho de corte, não deixando Vítor Alves ligar com João Borges.
Ou seja, o Barreiro desligou o futebol do Praiense, porque tanto Marco Aurélio, como Amonike e até João Borges não tinham apoio nem eram fornecidos em condições. Ficaram, assim, facilitadas as tarefas dos laterais Nélson e Nobita, tal como as dos centrais José Isidro e Nuno.
A estratégia montada por Hildeberto Borges obrigou o seu adversário a recorrer ao jogo direto e a ficar muito dependente dos ressaltos ou das segundas bolas para criar perigo. Pelo contrário, o Barreiro procurou praticar um futebol de passe curto e apoiado, faltando, contudo, profundidade atacante.
Manuel da Costa terá analisado bem a teia que o seu homólogo montara e a sua equipa apareceu na segunda parte com outra capacidade de contornar os obstáculos táticos que lhe eram colocados. Os médios passaram a medir melhor os passes em profundidade que já não eram executados sempre
Marco André na esquerda e Spencer na direita impediam a subida dos laterais da Praia e quando fletiam para dentro, quase sempre alternadamente, ajudavam Lhuka a bloquear as saídas de Ricardo Costa. Hélder e Jorge eram sapadores bem entrosados no trabalho de corte, não deixando Vítor Alves ligar com João Borges.
Ou seja, o Barreiro desligou o futebol do Praiense, porque tanto Marco Aurélio, como Amonike e até João Borges não tinham apoio nem eram fornecidos em condições. Ficaram, assim, facilitadas as tarefas dos laterais Nélson e Nobita, tal como as dos centrais José Isidro e Nuno.
A estratégia montada por Hildeberto Borges obrigou o seu adversário a recorrer ao jogo direto e a ficar muito dependente dos ressaltos ou das segundas bolas para criar perigo. Pelo contrário, o Barreiro procurou praticar um futebol de passe curto e apoiado, faltando, contudo, profundidade atacante.
Manuel da Costa terá analisado bem a teia que o seu homólogo montara e a sua equipa apareceu na segunda parte com outra capacidade de contornar os obstáculos táticos que lhe eram colocados. Os médios passaram a medir melhor os passes em profundidade que já não eram executados sempre
longitudinalmente mas em diagonais para as costas dos laterais.
Vítor Alves libertou-se mais e marcou mais presença junto a João Borges. Com Rui Silva mais preso a missões defensivas, Ricardo Costa foi mais ligante e o homem que mais influência teve no domínio do Praiense após o intervalo.
Todas estas mudanças consolidaram-se com a obtenção do primeiro golo, aos 51 minutos. Todo o esforço ofensivo do Barreiro tornava-se inconsequente porque a linha de segurança imposta pela retaguarda da Praia da Vitória subiu e os do Porto Judeu não conseguiam presença na área de André.
Luciano Serpa aguentou-se bem com Marco André tal como Nélson Gomes com Spencer. Ivo foi-se tornando cada vez mais presa fácil para António Alves e Caneco. A expulsão de Nélson Gomes ameaçou a estabilidade do conjunto visitante, com 20 minutos para serem jogados.
Mas ao contrário do que se pudesse imaginar, foi o Praiense quem marcou superioridade. Para que tal acontecesse foi muito importante a entrada de Fábio Vicente, por ser um jogador mais de posse de bola e cerebral na construção de jogo.
Mesmo em superioridade, o Barreiro não evitou que Ricardo Costa desequilibrasse nos seus movimentos basculantes. Os extremos passaram a deambular para dentro e o Praiense não só controlou como marcou mais um golo por Ricardo Costa na sequência de linda jogada ofensiva.
O árbitro Miguel Jacob guardou os erros para a segunda parte.
Vítor Alves libertou-se mais e marcou mais presença junto a João Borges. Com Rui Silva mais preso a missões defensivas, Ricardo Costa foi mais ligante e o homem que mais influência teve no domínio do Praiense após o intervalo.
Todas estas mudanças consolidaram-se com a obtenção do primeiro golo, aos 51 minutos. Todo o esforço ofensivo do Barreiro tornava-se inconsequente porque a linha de segurança imposta pela retaguarda da Praia da Vitória subiu e os do Porto Judeu não conseguiam presença na área de André.
Luciano Serpa aguentou-se bem com Marco André tal como Nélson Gomes com Spencer. Ivo foi-se tornando cada vez mais presa fácil para António Alves e Caneco. A expulsão de Nélson Gomes ameaçou a estabilidade do conjunto visitante, com 20 minutos para serem jogados.
Mas ao contrário do que se pudesse imaginar, foi o Praiense quem marcou superioridade. Para que tal acontecesse foi muito importante a entrada de Fábio Vicente, por ser um jogador mais de posse de bola e cerebral na construção de jogo.
Mesmo em superioridade, o Barreiro não evitou que Ricardo Costa desequilibrasse nos seus movimentos basculantes. Os extremos passaram a deambular para dentro e o Praiense não só controlou como marcou mais um golo por Ricardo Costa na sequência de linda jogada ofensiva.
O árbitro Miguel Jacob guardou os erros para a segunda parte.
Série Açores - 16ª Jornada
Campo Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Miguel Jacob
Assistentes: Ivan Roque e Luís Ralha
Ao intervalo:
0-0
Barreiro 0
Ronaldo
Nélson (cap.)
José Isidro
Nuno
Nobita
(João, 87m)
Marco André
(Marco Miranda, 67m)
Hélder
Jorge
(Fábio, 87m)
Spencer
Lhuka
Ivo
Não Utilizados
Bruno, Marco Fernandes, Chiquinho e Mário.
Treinador
Hildeberto Borges.
Praiense 2
André
Luciano Serpa
António Alves
Caneco
Nélson Gomes
Ricardo Costa
Amonike
(Flávio, 87m)
Rui Silva
Marco Aurélio
(Moreira, 90+2m)
João Borges (cap.)
Vítor Alves
(Fábio Vicente, 71m)
Não Utilizados
Ricardo Veredas, Gilberto, Chalana e Vasco Goulart.
Treinador
Manuel da Costa.
Disciplina: cartão amarelo para Nélson Gomes (54m), Ricardo Costa (67m), Lhuka (71m), João Borges (73m), Chiquinho (79m) e Jorge (80m). Vermelho para Nélson Gomes (70m p/acum.).
Marcadores: Vítor Alves (51m) e Ricardo Costa (77m).
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Teste difícil no Municipal de Angra.
Nesta
jornada Barreiro e Praiense medem forças, o favoritismo está claramente do lado
dos encarnados da Praia, líderes incontestados e conjunto mais forte da Série,
no entanto o Barreiro tem as suas armas e motivado pelos 10 pontos já
alcançados nesta segunda volta tentará contrariar o poder do seu adversário,
num combate frente a um adversário de tamanha qualidade o querer, o esforço e a
frieza são fundamentais, fundamental é também o seu apoio neste dérbi, contamos
com a tua presença no Municipal de Angra do Heroísmo no próximo Sábado (02 de
Fevereiro) pelas 20h00.
Série Açores – 16ª Jornada
S. C. Barreiro x S. C. Praiense
S. C. Angrense x Prainha F. C.
F. C. Flamengos x Vitória F. C. Pico
C. D. Rabo de Peixe x S. C. Marítimo
S. C. Ideal x Santiago F. C.
Série Açores – 16ª Jornada
S. C. Barreiro x S. C. Praiense
S. C. Angrense x Prainha F. C.
F. C. Flamengos x Vitória F. C. Pico
C. D. Rabo de Peixe x S. C. Marítimo
S. C. Ideal x Santiago F. C.
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Barreiro 3 x Flamengos 2 [Vídeo]
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Mais três preciosos pontos
Não foi um jogo de deslumbrar, já que as condições climatéricas não estavam de feição, mas valeu pela determinação encarnada.
O Flamengos entrou desinibido, pois ser último também, em determinados momentos, traz alguma tranquilidade, já que a pressão e obrigação de vencer estão do outro lado, equilibrando a contenda durante a primeira quinzena de minutos, pese encontrar pela frente a forte oposição do vento que soprava por vezes forte.
Volvidos estes minutos, o Barreiro de uma forma consistente foi aumentando a pressão, através do seu carrossel técnico, com a bola a fluir rente ao tapete verde do terreno de jogo, como, aliás, mandam as regras quando o vento se torna um opositor de referência. Como tal, os danos não se fizeram esperar, uma vez que a defesa do Flamengos começou a claudicar. Como resultado, após um lance bem urdido pela zona frontal, Miranda rompeu em velocidade e bateu Dinis pela primeira vez.
Bola ao centro como determinam as leis e, na reposição do esférico, este acaba por ir parar ao guardião Ronaldo que tem, então, o seu momento de glória. Quando atirou a redondinha para jogo, esta apanhou a boleia da ventania, bateu no solo e anichou-se no fundo das redes do incrédulo Dinis pela segunda vez. Um golo pouco comum, certamente para mais tarde recordar.
Com a partida bem encaminhada ou praticamente resolvida no espaço de um minuto, os visitados, embora comandando as operações, perderam concentração, com algumas unidades a pegarem-se em demasia ao esférico, tornando o prélio mais lento e previsível, sem grandes situações até ao intervalo, excetuando um raide individual de Lhuka que terminou com um remate traiçoeiro para defesa de Dinis com dificuldade.
Com o vento agora pelas costas e sem nada a perder, a formação faialense foi uma equipa audaz na segunda parte, instalando-se mais no terreno barreirense, abrindo por isso muito mais espaço para os terceirenses explorarem e, quiçá, ampliarem o marcador, como, inclusive, esteve para acontecer por intermédio de Ivo, só que o remate saiu em cheio contra o corpo do guardião contrário.
Aos poucos, o futebol encarnado foi perdendo algum fulgor e o azul ganhando alento, de tal forma que, após o sexto minuto, o Flamengos reduziu na transformação de uma grande penalidade, convertida por Nelson Bettencourt.
Tentando tirar partido da redução no marcador, o Flamengos pareceu ter condições para chegar à igualdade. Porém, o Barreiro não se ficou e respondeu de pronto por intermédio de Ivo, colocando de novo uma diferença de dois golos no marcador e, sobretudo, um ponto final no ânimo faialense.
Apesar de continuar a jogar de forma desinibida, foi notória a quebra de confiança no grémio da cidade da Horta com mais este revés que, contudo, ganharia de novo consistência porque o mesmo Rui Bettencourt voltaria a colocar a diferença mínima no resultado, na transformação de mais um castigo máximo. Todavia, na reta final os anfitriões mantiveram o sangue frio e não se deixaram surpreender.
Arbitragem: regular.
Série Açores - 15.ª Jornada
Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Eugénio Arez (AF Algarve)
Assistentes: Ricardo Glória e Carlos Costa
Ao intervalo:
2-0
Barreiro 3
Ronaldo
Nelson (cap.)
Fábio
Nuno
Marco Fernandes
Ivo
(Marco André, 73m)
Jorge
José Isidro
Spencer
Lhuka
(Nobita, 90+1m)
Miranda
(Hélder, 78m)
Não Utilizados
Bruno, Xiquinho, Anselmo e Mário.
Treinador
Hildeberto Borges
Flamengos 2
Dinis Faria
Bruno Lobão
Nelson Bettencourt
Sérgio Alvernaz
Tiago Soares
(Rui Rosa, 66m)
Rui Bettencourt
(Milton Mota, 45m)
Celso Pereira
Jorge Silveira
Paul Dias (cap.)
Tiago Medeiros
(Michael Moniz, 72m)
César Andrade
Não utilizados
Nelson Gomes, Ricardo Duarte e Mário Jorge.
Treinador
António Luz.
Disciplina: cartão amarelo para Nelson (52m), Milton Mota (75m) e Jorge (81m).
Marcadores: Miranda (20m), Ronaldo (21m), Nelson Bettencourt (53 e 82m, ambos de g.p.) e Ivo (63m).
O Flamengos entrou desinibido, pois ser último também, em determinados momentos, traz alguma tranquilidade, já que a pressão e obrigação de vencer estão do outro lado, equilibrando a contenda durante a primeira quinzena de minutos, pese encontrar pela frente a forte oposição do vento que soprava por vezes forte.
Volvidos estes minutos, o Barreiro de uma forma consistente foi aumentando a pressão, através do seu carrossel técnico, com a bola a fluir rente ao tapete verde do terreno de jogo, como, aliás, mandam as regras quando o vento se torna um opositor de referência. Como tal, os danos não se fizeram esperar, uma vez que a defesa do Flamengos começou a claudicar. Como resultado, após um lance bem urdido pela zona frontal, Miranda rompeu em velocidade e bateu Dinis pela primeira vez.
Bola ao centro como determinam as leis e, na reposição do esférico, este acaba por ir parar ao guardião Ronaldo que tem, então, o seu momento de glória. Quando atirou a redondinha para jogo, esta apanhou a boleia da ventania, bateu no solo e anichou-se no fundo das redes do incrédulo Dinis pela segunda vez. Um golo pouco comum, certamente para mais tarde recordar.
Com a partida bem encaminhada ou praticamente resolvida no espaço de um minuto, os visitados, embora comandando as operações, perderam concentração, com algumas unidades a pegarem-se em demasia ao esférico, tornando o prélio mais lento e previsível, sem grandes situações até ao intervalo, excetuando um raide individual de Lhuka que terminou com um remate traiçoeiro para defesa de Dinis com dificuldade.
Com o vento agora pelas costas e sem nada a perder, a formação faialense foi uma equipa audaz na segunda parte, instalando-se mais no terreno barreirense, abrindo por isso muito mais espaço para os terceirenses explorarem e, quiçá, ampliarem o marcador, como, inclusive, esteve para acontecer por intermédio de Ivo, só que o remate saiu em cheio contra o corpo do guardião contrário.
Aos poucos, o futebol encarnado foi perdendo algum fulgor e o azul ganhando alento, de tal forma que, após o sexto minuto, o Flamengos reduziu na transformação de uma grande penalidade, convertida por Nelson Bettencourt.
Tentando tirar partido da redução no marcador, o Flamengos pareceu ter condições para chegar à igualdade. Porém, o Barreiro não se ficou e respondeu de pronto por intermédio de Ivo, colocando de novo uma diferença de dois golos no marcador e, sobretudo, um ponto final no ânimo faialense.
Apesar de continuar a jogar de forma desinibida, foi notória a quebra de confiança no grémio da cidade da Horta com mais este revés que, contudo, ganharia de novo consistência porque o mesmo Rui Bettencourt voltaria a colocar a diferença mínima no resultado, na transformação de mais um castigo máximo. Todavia, na reta final os anfitriões mantiveram o sangue frio e não se deixaram surpreender.
Arbitragem: regular.
Série Açores - 15.ª Jornada
Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Eugénio Arez (AF Algarve)
Assistentes: Ricardo Glória e Carlos Costa
Ao intervalo:
2-0
Barreiro 3
Ronaldo
Nelson (cap.)
Fábio
Nuno
Marco Fernandes
Ivo
(Marco André, 73m)
Jorge
José Isidro
Spencer
Lhuka
(Nobita, 90+1m)
Miranda
(Hélder, 78m)
Não Utilizados
Bruno, Xiquinho, Anselmo e Mário.
Treinador
Hildeberto Borges
Flamengos 2
Dinis Faria
Bruno Lobão
Nelson Bettencourt
Sérgio Alvernaz
Tiago Soares
(Rui Rosa, 66m)
Rui Bettencourt
(Milton Mota, 45m)
Celso Pereira
Jorge Silveira
Paul Dias (cap.)
Tiago Medeiros
(Michael Moniz, 72m)
César Andrade
Não utilizados
Nelson Gomes, Ricardo Duarte e Mário Jorge.
Treinador
António Luz.
Disciplina: cartão amarelo para Nelson (52m), Milton Mota (75m) e Jorge (81m).
Marcadores: Miranda (20m), Ronaldo (21m), Nelson Bettencourt (53 e 82m, ambos de g.p.) e Ivo (63m).
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Objectivo: Conquistar os três pontos!

Separados por nove pontos na tabela classificativa, Barreiro e Flamengos encontram-se amanhã pelas 15h30 no Municipal de Angra do Heroísmo, o Barreiro tentará por certo mostrar que a vitória obtida na primeira volta no Faial (0-2) não foi obra do acaso, os Faialenses viajam com o intuito de dificultar a tarefa da nossa equipa por forma a deixarem o ultimo lugar da Série, não perca esta oportunidade de apoiar o Barreiro pois em perspectiva temos um grande jogo.
Série Açores - 15ª Jornada
S. C. Barreiro x F. C. Flamengos
S. C. Praiense x Prainha F. C.
Santiago F. C. x C. D. Rabo de Peixe
S. C. Marítimo x S. C. Angrense
Vitória F. C. Pico x S. C. Ideal
S. C. Praiense x Prainha F. C.
Santiago F. C. x C. D. Rabo de Peixe
S. C. Marítimo x S. C. Angrense
Vitória F. C. Pico x S. C. Ideal
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