Realiza-se amanhã (1 de Novembro) pelas 11h00 no Campo de Jogos da
Ribeirinha o jogo entre o Boavista local e o Barreiro, jogo este que se
encontra em atraso da 5ª jornada do Campeonato da Ilha Terceira em Juniores C
(iniciados).
Jogo em atraso do Campeonato da Ilha Terceira em Juniores C [Iniciados]
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Barreiro 3 x Ideal 4 [Vídeo]
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Ter os pontos na mão... E deixá-los fugir.
O
Barreiro foi um conjunto solidário, realista, prático e eficiente ao longo dos
primeiros quarenta e cinco minutos, aguentando quando era para segurar, jogando
prático quando a situação o exigia e eficiente, aproveitando os erros do adversário
para se adiantar no marcador.
Nos minutos iniciais, o Ideal teve mais posse de bola e pareceu querer mandar no jogo, mas tal intenção não passou de mera ilusão circunstancial, já que os terceirenses, bem escalonados e posicionados no terreno, não permitiam que o antagonista incomodasse Ronaldo.
As unidades de meio campo rubras eram rápidas e ler e a soltar o jogo, revelando um apreciável entrosamento, lançando o esférico para os rápidos e imprevisíveis Lhuka e Ivo, situação que o Ideal denotou sempre grandes dificuldades para manietar e suster.
As imprevisíveis e repentistas diagonais deste duo atacante do Barreiro criavam dificuldades na leitura posicional dos centrais leoninos, obrigando-os a cometer erros e hesitações nas marcações, o que valeria dois golos para a equipa da casa.
Desta forma, os dois golos resultaram de dois erros no eixo defensivo ribeira-grandense, aproveitando Lhuka para se intrometer e à saída de Gustavo enviar a redondinha a meia altura para o lado direito deste.
O segundo golo, para não variar, foi novamente pela zona frontal, desta feita a uma distância mais longa da baliza, em que a rapidez de Ivo desequilibrou a favor dos anfitriões. Gustavo saiu de entre os postes para fazer a mancha mas não foi capaz de evitar o golo.
Quando tudo apontava para que o descanso chegasse com uma vantagem confortável da equipa do Porto Judeu, na transformação de um livre a bola é metida para o interior da área e Duílio de cabeça, à beira do intervalo, reduz para um a dois.
Este golo à beira do términus da primeira parte não foi bem digerido ao intervalo, pois os locais surgiram apáticos revelando grande dose de nervosismo e este estado de espírito foi-lhes fatal, porque o adversário, denotando maior frieza e com alguma sorte à mistura, com dois remates certeiros operou a reviravolta neste mau momento dos visitados e só não o dilatou porque Nelson, sobre a linha de golo, de cabeça, evitou aquele que seria o quarto dos verdes da costa norte de São Miguel.
A ter de correr atrás do prejuízo, o Barreiro tornou-se mais audaz, ganhando novo fôlego quando o rival ficou reduzido a dez unidades, mas pouco depois Lhuka, em função da segunda cartolina amarela, equilibra os dois conjuntos a dez unidades e a teórica vantagem esvaziou-se na falta de ideias.
Porém, a voluntariedade e o querer dos homens do Porto Judeu, a sua principal característica, valeriam o empate ao minuto noventa, através do central Nuno, e, quando tudo apontava para a divisão de pontos, os anfitriões, uma vez mais, não foram capazes de segurar pelo menos um ponto, porque Julinho, que havia entrado minutos antes, garantiu os três para o Ideal.
Nos minutos iniciais, o Ideal teve mais posse de bola e pareceu querer mandar no jogo, mas tal intenção não passou de mera ilusão circunstancial, já que os terceirenses, bem escalonados e posicionados no terreno, não permitiam que o antagonista incomodasse Ronaldo.
As unidades de meio campo rubras eram rápidas e ler e a soltar o jogo, revelando um apreciável entrosamento, lançando o esférico para os rápidos e imprevisíveis Lhuka e Ivo, situação que o Ideal denotou sempre grandes dificuldades para manietar e suster.
As imprevisíveis e repentistas diagonais deste duo atacante do Barreiro criavam dificuldades na leitura posicional dos centrais leoninos, obrigando-os a cometer erros e hesitações nas marcações, o que valeria dois golos para a equipa da casa.
Desta forma, os dois golos resultaram de dois erros no eixo defensivo ribeira-grandense, aproveitando Lhuka para se intrometer e à saída de Gustavo enviar a redondinha a meia altura para o lado direito deste.
O segundo golo, para não variar, foi novamente pela zona frontal, desta feita a uma distância mais longa da baliza, em que a rapidez de Ivo desequilibrou a favor dos anfitriões. Gustavo saiu de entre os postes para fazer a mancha mas não foi capaz de evitar o golo.
Quando tudo apontava para que o descanso chegasse com uma vantagem confortável da equipa do Porto Judeu, na transformação de um livre a bola é metida para o interior da área e Duílio de cabeça, à beira do intervalo, reduz para um a dois.
Este golo à beira do términus da primeira parte não foi bem digerido ao intervalo, pois os locais surgiram apáticos revelando grande dose de nervosismo e este estado de espírito foi-lhes fatal, porque o adversário, denotando maior frieza e com alguma sorte à mistura, com dois remates certeiros operou a reviravolta neste mau momento dos visitados e só não o dilatou porque Nelson, sobre a linha de golo, de cabeça, evitou aquele que seria o quarto dos verdes da costa norte de São Miguel.
A ter de correr atrás do prejuízo, o Barreiro tornou-se mais audaz, ganhando novo fôlego quando o rival ficou reduzido a dez unidades, mas pouco depois Lhuka, em função da segunda cartolina amarela, equilibra os dois conjuntos a dez unidades e a teórica vantagem esvaziou-se na falta de ideias.
Porém, a voluntariedade e o querer dos homens do Porto Judeu, a sua principal característica, valeriam o empate ao minuto noventa, através do central Nuno, e, quando tudo apontava para a divisão de pontos, os anfitriões, uma vez mais, não foram capazes de segurar pelo menos um ponto, porque Julinho, que havia entrado minutos antes, garantiu os três para o Ideal.
Arbitragem: regular.
Série
Açores – 5ª Jornada
Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Carlos Cabral (AF Algarve)
Assistentes: Eduardo Miguel e Mauro Valente
Ao
intervalo:
2-1
2-1
Barreiro 3
Ronaldo
Nelson (cap.)
José Isidro
Nuno
Marco Fernandes
Marco André
(Bruno Rodrigues, 23m)
Hélder
(Anselmo, 66m)
Célio
(M. Miranda, 72m)
Ivo
Lhuka
Paulo Miranda
Não utilizados
Bruno, Nobita, Chiquinho e Jorge.
Treinador
Hildeberto Vieira.
Sporting Ideal 4
Gustavo
Edson
João Mota
Artur Santos
São Pedro
(Mário Jorge, 75m)
Maradona
Ivo
(Paulo César, 45m)
Nelson Faria
Vitinha
Duílio
Samuel (cap.)
(Julinho, 87m)
Não Utilizados
Cabrinha, João Pedro e Marco.
Treinador
Rui Rodrigues.
Disciplina: cartão amarelo para Maradona (23m), Artur Santos (34m), Ivo (76m), Bruno Rodrigues (85m), Paulo Miranda (90+1m) e Gustavo (90+5m). Acumulação de amarelos (24 e 79m) para Lhuka. Vermelho direto para Paulo César (75m).
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A pensar nos pontos.
Depois de na semana passado ter conquistado a Supertaça da
Ilha Terceira o Barreiro volta a jogar para a Série Açores, o rival que se segue
é o Sporting Ideal, o conjunto da Ribeira Grande tem um ponto a mais do que o
Barreiro na classificação, como tal é de esperar um jogo equilibrado mas com o
Barreiro com certeza a tentar mostrar o estatuto de visitado numa partida em que
a conquista de pontos é fundamental.
Série Açores – 5ª Jornada
Série Açores – 5ª Jornada
S.C. Barreiro – S. C. Ideal
S. C. Praiense – F. C. Flamengos
S. C. Santiago – S. C. Angrense
S. C Marítimo – Prainha F. C.
Vitória F. C. Pico – C. D. Rabo de Peixe
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6ª Jornada do Campeonato da Ilha Terceira em Juniores C [Iniciados]
O Barreiro inicia a segunda volta do Campeonato frente ao G.
D. Fontinhas, na primeira jornada da prova o Barreiro recebeu e venceu o
Fontinhas por 3-1, desta feita o jogo acontece no Campo das Fontinhas às 11h30
de Domingo (28 de Outubro).
Campeonato da Ilha Terceira – 6ª Jornada
S. C. Angrense - S. C. Lusitânia
G. D. Fontinhas – S. C. Barreiro
J. D. Lajense – Boavista C. R.
S. C. Angrense - S. C. Lusitânia
G. D. Fontinhas – S. C. Barreiro
J. D. Lajense – Boavista C. R.
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6º Jornada do Torneio de Abertura em Juniores D [Infantis]
Depois
de na passada semana ter jogado no terreno do Lusitânia ‘A’, o Barreiro tem
nova deslocação, desta feita à Ribeirinha, o jogo com o Boavista da Ribeirinha
terá lugar às 10h00 de Sábado (27 de Outubro).
Torneio de Abertura – 6ª Jornada
S. C. Lusitânia ‘B’ – J. D. Lajense
G. D. Altares – S. C. Vilanovense
S. C. Angrense ‘A’ – S. C. Angrense ‘B’
Boavista C. R. – S. C. Barreiro
G. D. Fontinhas – S. C. Lusitânia ‘A’
Torneio de Abertura – 6ª Jornada
S. C. Lusitânia ‘B’ – J. D. Lajense
G. D. Altares – S. C. Vilanovense
S. C. Angrense ‘A’ – S. C. Angrense ‘B’
Boavista C. R. – S. C. Barreiro
G. D. Fontinhas – S. C. Lusitânia ‘A’
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Barreiro conquista Supertaça da Ilha Terceira
O
Estádio João Paulo II recebeu a Supertaça Francisco Borges Pinheiro, na qual
participaram duas equipas de escalões diferentes: Barreiro da Série Açores
(campeão da Terceira) e Vilanovense do regional (detentor da Taça de Ilha).
Este jogo mostrou-nos duas partes distintas. Uma primeira onde o Barreiro denotou superioridade sobre a equipa de Paulo Meneses, marcando dois golos e criando outras oportunidades; e uma segunda em que a turma do Vilanovense entrou bem, fazendo 25' de qualidade (beneficiando da expulsão de Spencer por protestos aos 54'), sendo o Barreiro, contudo, deveras eficiente, marcando por mais duas vezes.
Logo aos 9' Lhuka descobre Miranda na direita, que remata de primeira para defesa de Couto para canto. O Barreiro continuou no comando das operações e Lhuka, Miranda e Spencer, com um futebol rendilhado, criaram imensas dificuldades à defesa da Vila Nova.
Aos 19' belíssima jogada do Barreiro. Spencer vê a desmarcação de Nélson, que cruza para Miranda, este, dentro da área, coloca em Lhuka que prepara o esférico para o remate vitorioso de José Isidro.
Volvidos 10 minutos, Lhuka recebe uma bola no meio-campo adversário, vê Miranda a fazer um movimento de rutura e coloca-lhe a bola para de primeira bater João Couto.
Até ao intervalo, destaque para um livre de Chibante para as mãos de Bruno e para um lance em que Lhuka se isola, driblando muito bem Maciel e com um remate colocado permite a defesa da tarde a João Couto.
No 2.º período o Vilanovense entrou com vontade em mudar o rumo dos acontecimentos e com uma alteração que ajudou a meter mais velocidade no jogo: Ricardo no lugar de Paulo César.
Nos primeiros dez minutos da etapa complementar Twix, Samuel e Ricardo foram criando desequilíbrios no Barreiro, embora sem grande perigo, exceto um bom remate de primeira de Ricardo que saiu por cima e um pontapé de Samuel para defesa de Bruno.
Porém, aos 68', Miranda, aproveitando um excelente cruzamento de Célio na direita, colocado ao segundo poste, cabeceia para o seu terceiro golo, sentenciando a partida.
Passados quatro minutos Chibante cruza para a área e um defesa do Barreiro corta com o braço. Penalty que Chibante cobrou e proporcionou a defesa a Bruno.
Quando faltavam 10' para a conclusão do desafio, o Barreiro coloca a bola na área do Vilanovense, João Couto ao tentar intersectá-la é infeliz e apareceu Lhuka a empurrar para o quarto golo do Barreiro.
Aos 87', Célio corta um lance com a mão dentro da área. Sobica, encarregue da marcação da respetiva grande-penalidade, permite a defesa de Anselmo. Na recarga, Anselmo nega, novamente, o tento a Sobica.
A terminar, Zé Isidro, com um excelente pontapé de fora da área, acerta na trave, não dando qualquer hipótese a João Couto.
Destaque para Miranda, pelos dois golos, Lhuka (melhor em campo), Twix e Ricardo.
A equipa de arbitragem efetuou um trabalho muito positivo, beneficiando do comportamento dos atletas.
Final - Supertaça da Ilha Terceira
Este jogo mostrou-nos duas partes distintas. Uma primeira onde o Barreiro denotou superioridade sobre a equipa de Paulo Meneses, marcando dois golos e criando outras oportunidades; e uma segunda em que a turma do Vilanovense entrou bem, fazendo 25' de qualidade (beneficiando da expulsão de Spencer por protestos aos 54'), sendo o Barreiro, contudo, deveras eficiente, marcando por mais duas vezes.
Logo aos 9' Lhuka descobre Miranda na direita, que remata de primeira para defesa de Couto para canto. O Barreiro continuou no comando das operações e Lhuka, Miranda e Spencer, com um futebol rendilhado, criaram imensas dificuldades à defesa da Vila Nova.
Aos 19' belíssima jogada do Barreiro. Spencer vê a desmarcação de Nélson, que cruza para Miranda, este, dentro da área, coloca em Lhuka que prepara o esférico para o remate vitorioso de José Isidro.
Volvidos 10 minutos, Lhuka recebe uma bola no meio-campo adversário, vê Miranda a fazer um movimento de rutura e coloca-lhe a bola para de primeira bater João Couto.
Até ao intervalo, destaque para um livre de Chibante para as mãos de Bruno e para um lance em que Lhuka se isola, driblando muito bem Maciel e com um remate colocado permite a defesa da tarde a João Couto.
No 2.º período o Vilanovense entrou com vontade em mudar o rumo dos acontecimentos e com uma alteração que ajudou a meter mais velocidade no jogo: Ricardo no lugar de Paulo César.
Nos primeiros dez minutos da etapa complementar Twix, Samuel e Ricardo foram criando desequilíbrios no Barreiro, embora sem grande perigo, exceto um bom remate de primeira de Ricardo que saiu por cima e um pontapé de Samuel para defesa de Bruno.
Porém, aos 68', Miranda, aproveitando um excelente cruzamento de Célio na direita, colocado ao segundo poste, cabeceia para o seu terceiro golo, sentenciando a partida.
Passados quatro minutos Chibante cruza para a área e um defesa do Barreiro corta com o braço. Penalty que Chibante cobrou e proporcionou a defesa a Bruno.
Quando faltavam 10' para a conclusão do desafio, o Barreiro coloca a bola na área do Vilanovense, João Couto ao tentar intersectá-la é infeliz e apareceu Lhuka a empurrar para o quarto golo do Barreiro.
Aos 87', Célio corta um lance com a mão dentro da área. Sobica, encarregue da marcação da respetiva grande-penalidade, permite a defesa de Anselmo. Na recarga, Anselmo nega, novamente, o tento a Sobica.
A terminar, Zé Isidro, com um excelente pontapé de fora da área, acerta na trave, não dando qualquer hipótese a João Couto.
Destaque para Miranda, pelos dois golos, Lhuka (melhor em campo), Twix e Ricardo.
A equipa de arbitragem efetuou um trabalho muito positivo, beneficiando do comportamento dos atletas.
Final - Supertaça da Ilha Terceira
Estádio João Paulo II
Árbitro: Hélio Pereira
Assistentes: Pedro Ferreira e Marco Medeiros
Ao intervalo:
2-0
Barreiro 4
Bruno
(Anselmo Falcão, 80m)
Nelson (cap.)
Fábio
Nuno
Nobita
José Isidro
Hélder
Bruno
(Célio, 64m)
Paulo Miranda
(Marco André, 80m)
Lhuka
Spencer
Não utilizados
Chiquinho, Anselmo Areias, Marco Fernandes e Jorge.
Vilanovense 0
Chiquinho, Anselmo Areias, Marco Fernandes e Jorge.
João Couto
Narciso (cap.)
Maciel
Paulo César
(Ricardo, 45m)
Samuel
Twix
(Neves, 71m)
Setenta
(Capucho, 80m)
João Paulo
Chibante
Ivo
Sobica
Não utilizados
Álvaro, Branco, Hugo e Jorge Nogueira.
Treinador
Paulo Meneses
Disciplina: cartão amarelo para Fábio (51m), Ivo (85m) e Célio (87m). Cartão vermelho para Spencer (54m).
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