Deslocação importante à Graciosa

Amanhã pelas 15h00, o Barreiro defronta no Estádio Municipal de Santa Cruz da Graciosa o Marítimo da Graciosa, de prever um jogo bastante difícil devido ao bom período que os graciosenses atravessam, pontuar neste desafio é de extrema importância se tivermos em conta que o Marítimo é neste momento a equipa que segue a nossa equipa na classificação.

Força Barreiro, estamos contigo, vence por nós!

Série Açores | 2ª Fase - 1 ª Jornada

Apuramento do Campeão

S. C. Praiense x S. C. Angrense
S. C. Ideal x C. D. Rabo de Peixe

Grupo da Despromoção

F. C. Flamengos x Vitória C. F. Pico
Prainha F. C. x F. C. Santiago
S. C. Marírimo x S. C. Barreiro

5ª Jornada da Taça AFAH da Ilha Terceira em Juniores C [Iniciados]

Amanhã (17 de Março) a equipa nossa equipa de Iniciados recebe no Campo do Barreiro o Lusitânia, a partida tem o seu início pelas 11h30.

Taça AFAH Ilha Terceira – 5ª Jornada

Boavista C. R. x J. D. Lajense
G. D. Fontinhas x S. C. Angrense
S. C. Barreiro x S. C. Lusitânia

4ª Jornada do Torneio de Encerramento em Juniores D [Infantis]

Depois de duas vitórias (frente a Vilanovense e Altares) e um empate (frente ao Lusitânia ‘B’), o Barreiro recebe o Boavista da Ribeirinha no Campo de Jogos do Barreiro, o jogo tem o seu início marcado para as 10h00 de amanhã (16 de Março).

Torneio de Encerramento – 3ª Jornada

Grupo A

S. C. Angrense ‘A’ x S. C. Angrense ‘B’
S. C. Lusitânia ‘A’ x G. D. Fontinhas

Grupo B

S. C. Barreiro x Boavista C. R.
S. C. Vilanovense x S. C. Lusitânia ‘B’

Barreiro 2 x Flamengos 2 [Vídeo]


Adormecido nas bolas paradas

 
O Barreiro dominou o jogo ante o Flamengos, mas não teve discernimento para o vencer e, depois, cometeu erros defensivos fatais.

Tendo o vento como aliado durante os primeiros quarenta e cinco minutos, a formação do Porto Judeu instalou-se calmamente no meio campo à guarda do Flamengos, com a turma do Faial a experimentar sérias dificuldades em manietar o futebol de cariz atacante dos encarnados
A qualidade técnica e rapidez de execução dos terceirenses consumiam na totalidade a concentração tática e o esforço físico dos faialenses, não existindo tempo e espaço para, sequer, ponderar em contra-atacar.
Assim, o futebol de sentido único interpretado pelo Barreiro esteve à beira de render golo logo no primeiro minuto quando Miranda, ao segundo poste, não consegue decifrar o segredo da porta da baliza de Dinis. Mantendo uma pressão alta, o segredo, contudo, seria desvendado por Ivo ainda antes da primeira dezena de minutos, ao visar com êxito as redes do adversário, aplicando um remate colocado, fora do alcance do guardião azul.
A vencer, embora mantendo o controlo dos acontecimentos, os visitados tiraram um pouco o pé do acelerador, reduzindo rapidez e repentismo ao seu jogo, tornando-o mais pausado e pensado, o que permitiu ao adversário respirar e se posicionar melhor no terreno, anulando a frequência com que o Barreiro construía oportunidades de golo, dando, inclusive, para subir algumas vezes no terreno. Um pouco tenuemente e aos repelões é certo, mas era, apesar de tudo, um indicador positivo.
O Barreiro não era capaz de tirar partido do vento, no sentido de manter uma pressão alta, na procura de pelo menos obter mais um golo para, eventualmente, encarar o segundo tempo com maior tranquilidade, sabendo-se que iria ter o tal fator pela frente. Pelo contrário, aos poucos foi-se deixando enrolar e o adversário, num lance de bola parada, chegaria ao empate, por Tiago Medeiros, que se revelou o mais incisivo, rápido a pensar e a executar, após uma série de ressaltos.
Desde o início do segundo tempo que o Barreiro foi a equipa a demonstrar com clareza quem mais queria ganhar a partida, mas, na prática, pouco se alterou, pois, em parte pela atitude positiva do Flamengos e pela força extra da natureza, a mesma se apresentou bem mais equilibrada em relação ao que se passou no primeiro tempo.
O futebol tem destas coisa, a maior posse de bola e intenção em ganhar ajudam mas, só por si, não ganham jogos e o Flamengos, de novo de bola parada, voltou a ser letal, através de um livre do meio da rua, despejando autenticamente a redondinha para a área, apanhando a defesa encarnada adormecida, que deixou o pesadinho Paul Dias completamente livre, que, deste modo, só teve de dizer sim com a cabeça para o golo.
É óbvio que o Barreiro intensificou cada vez mais a pressão na procura de dar a volta ao marcador, mas encontrou discernimento apenas para chegar ao empate, numa grande penalidade convertida por Miranda, no quarto dos cinco minutos de compensação, o que, acima de tudo, denota empenho e atitude até ao último minuto.
Arbitragem: regular.

Série Açores (2ª Fase) - 1ª Jornada

Campo Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro: Hélder Ferreira (AF Aveiro)
Assistentes: Henrique Portela e Humberto Coelho

Ao intervalo:
1-1

Barreiro 2

Ronaldo
Nelson (cap.)
Fábio
José Isidro
Nobita
Ivo
Jorge
(Marco André, 60m)
Hélder
Spencer
Lhuka
Miranda

Não Utilizados
Bruno, Célio, Mário, João Ávila, Nuno e Marco Fernandes.

Treinador
Hildeberto Vieira.

Flamengos 2

Dinis Faria
Bruno Lobão
Rui Bettencourt
Sérgio Alvernaz
(Ricardo Correia, 66m)
Tiago Medeiros
(Milton Mota, 71m)
Celso Pereira
Jorge Silveira
Paul Dias
César Andrade
(Tiago Soares, 81m)
Fernando Roches (cap.)
Roberto Silva

Não Utilizados
Ilídio Matos e Michael.

Treinador
António Luz.

Disciplina: cartão amarelo para Lhuka (44m), Sérgio Alvernaz (58m), Rui Bettencourt (81m), Ronaldo (85m) e Ricardo Correia (86m).

Marcadores: Ivo (8m), Tiago Medeiros (40m), Paul Dias (64m) e Miranda (g.p., 90+4m).
 
 

Hildeberto critica assédio

 
Alguns jogadores do Barreiro estão a ser assediados por outros clubes, revela Hildeberto Vieira, lamentando esta desestabilização a meio da época. O técnico deixa altos elogios à prestação da equipa.
 
Alguns jovens jogadores do Sport Clube Barreiro podem já estar comprometidos com outros clubes para a próxima temporada. A preocupação foi deixada por Hildeberto Vieira, treinador da turma do Porto Judeu, em declarações ao DI, mostrando alguma indignação por esta abordagem acontecer quando a época ainda decorre. Segundo o técnico, dois ou três atletas terão sido assediados por alguns emblemas locais, embora afiance que este dado não irá mudar a mentalidade da equipa para a segunda fase da Série Açores de futebol.
"Penso que não é correto estar-se a pressionar os jogadores com a época ainda a decorrer, especialmente porque estamos a falar de jovens. Ainda faltam 10 jornadas para se completar o campeonato, estão 30 pontos em jogo e estamos a discutir a manutenção na Série Açores. Pelo menos três jogadores foram contactados numa altura que, volto a repetir, penso não ser a mais correta", reforça Hildeberto Vieira
O constante diálogo com os jogadores tem sido a forma encontrada para manter os níveis de concentração, explica o treinador do Barreiro, mesmo admitindo que os atletas têm direito de encontrar melhores mais-valias para as suas carreiras. Mesmo assim, acredita que este assédio não irá condicionar a prestação do conjunto. "Temos um grupo muito trabalhador, unido e humilde, que vai certamente continuar, como até aqui, a dar uma resposta altamente positiva no que resta do campeonato", afiança.
 
Comportamento excelente
 
O sexto lugar do Barreiro no final da primeira fase da Série Açores, com 20 pontos, 10 atrás do Santiago e dois à frente do Prainha, é motivo de orgulho para Hildeberto Vieira. O técnico deixa rasgados elogios à prestação do coletivo do Porto Judeu e sublinha que, não fosse a imaturidade revelada durante a primeira volta, a equipa poderia ter somado mais alguns triunfos.
Além de dois empates, o Barreiro conquistou seis vitórias nesta fase, quatro das quais na segunda volta. De acordo com Hildeberto Vieira, as primeiras jornadas serviram de aprendizagem. "Tivemos naturais dificuldades no arranque da época, pois o grupo é composto por jogadores muito jovens e inexperientes, mas que foram amadurecendo com os jogos. A imaturidade foi um handicap, mas a segunda volta foi, simplesmente, excelente", atira.
"Plantel unido, grupo de trabalho homogéneo e com elementos de muito valor" têm sido as principais armas para que o Barreiro esteja a realizar a melhor campanha de sempre na Série Açores, embora Hildeberto Vieira também entenda que o próprio treinador está num processo de crescimento e de aprendizagem num nível competitivo mais elevado.
"Penso que o Barreiro tem sido uma boa surpresa. Gosto que a equipa pratique bom futebol e temos tentado colocar em prática a qualidade. Mesmo percebendo que os três pontos são importantes, nunca descuramos o espetáculo. No fundo, fazemos o possível para juntar o útil ao agradável", sublinha o treinador dos encarnados.
Hildeberto Vieira mostra-se agradado com o nível da Série Açores, elogiando a qualidade individual de alguns jogadores. Apesar do sexto lugar, afirma que o Barreiro poderia ter somado "mais nove ou 10 pontos", especialmente em alguns jogos dentro de portas, mesmo levando em consideração que a formação do Porto Judeu tem atuado em casa emprestada. "Jogar no nosso campo seria outra mais-valia", refere.
A toada exibida até ao momento vai manter-se para a segunda fase da Série Açores. "O Barreiro tem um trabalho de continuidade, que já vem de outras épocas. É um trabalho importante, sempre com o apoio da direção. Há muitos jogos pela frente e vamos lutar pelos nossos objetivos, que passam pela manutenção", conclui Hildeberto Vieira. 
 
Marco Miranda é o melhor marcador do Barreiro
 
"Podemos discutir todos os resultados"
 
Marco Miranda tem sido a principal figura do Sport Clube Barreiro na presente edição da Série Açores de futebol, a última enquanto parte integrante do nacional da terceira divisão. O avançado, natural do Porto Judeu, depois de ter prosseguido o seu processo de formação desportiva no Lusitânia, voltou a casa e ao clube onde deu os primeiros pontapés na bola. Ajudou o grupo orientando por Hildeberto Vieira a subir de divisão e, finda a primeira fase do campeonato, é o melhor marcador da equipa, com oito golos apontados.
O sexto lugar do Sport Clube Barreiro na Série Açores de futebol à entrada para a segunda fase da prova, com 20 pontos, menos 10 do que o Santiago e mais dois do que o Prainha, é motivo de satisfação para Marco Miranda. A formação do Porto Judeu está muito bem encaminhada para garantir a manutenção, o principal objetivo do clube para a época em curso. A coletividade do Porto Judeu é, inclusive, o melhor ataque (23 golos) do grupo que vai lutar pela permanência, a par do Prainha.
Marco Miranda deixa fortes elogios ao coletivo, garantindo que este tem sido o principal argumento da equipa. "Na minha opinião, o Barreiro tem uma excelente equipa, com condições para discutir o resultado com qualquer adversário na Série Açores. Acredito que o Barreiro se vai manter na competição, pois temos um grande grupo, forte, unido e em que todos lutam pelo mesmo", refere o avançado. 
A nível individual, as suas prestações não têm passado despercebidas. Além dos golos, decisivos para que o clube esteja a realizar a melhor prestação de sempre neste escalão, Marco Miranda também tem exibido qualidades acima da média, cotando-se como uma das principais revelações do campeonato. Os seus anseios são os mesmos de outros jovens jogadores que olham para o futebol como um sonho. "Os meus objetivos passam por trabalhar, continuar a marcar golos e chegar mais longe", conclui.
 
 

A marca de Marco

 
Habituou-se à azáfama dos títulos enquanto atleta de formação e não lhe perdeu o jeito quando se estreou pelos seniores. Manteve alta a bitola, cresceu, amadureceu e hoje, com umas promissoras 20 primaveras, saltou para a ribalta da Série Açores de futebol, a última edição da prova como parte integrante da 3.ª Divisão Nacional. Marco Miranda é o homem golo no regresso do Sport Clube Barreiro aos nacionais. Concretizou oito tentos durante a primeira fase da prova, performance decisiva para que o clube esteja a realizar a melhor época de sempre na competição. O jovem, nado e formado no Porto Judeu, promete mais.
E Marco Miranda tem dado nas vistas, não só pelos golos que marca, mas também pelas exibições de excelente nível, qualidades que o avançado do Barreiro foi desfilando a cada jornada no Campo Municipal de Angra do Heroísmo, casa emprestada da turma do Porto Judeu. Marco promete seguir as pisadas do irmão, Paulo Miranda, com quem ainda partilhou o balneário na presente época desportiva e que igualmente brilhou a grande altura, especialmente com a camisola do Praiense. Apesar das luzes dos holofotes, o jogador prefere atribuir todo o mérito ao coletivo.
Afirma, perentório, que o sucesso é fruto do trabalho, condição essencial para que os objetivos possam ser cumpridos no futebol. Elogios, ao mesmo tempo, para os colegas e treinadores com quem sempre aprendeu ao longo da sua (ainda curta) carreira. "A minha postura foi sempre a mesma ao longo dos anos: trabalhei para evoluir. Penso que o meu trabalho tem dado os seus frutos, pois também sempre tive bons treinadores e ótimos colegas, tendo a sorte de estar integrado em excelentes grupos", reforça Marco Miranda.
Natural do Porto Judeu, foi no Sport Clube Barreiro que deu os primeiros pontapés na redondinha. Tinha apenas sete anos e, a partir daqui, construiu um percurso interessante e com muitos e saborosos momentos para mais tarde recordar, entre os quais o título de campeão pela seleção de sub-16. "Comecei a jogar futebol no Barreiro quando tinha sete anos e por lá fiquei até aos 12 com o mister 'Gigi' e mister Venâncio. Na segunda época de infantis tive de alinhar pela equipa de iniciados, uma vez que o Barreiro não tinha esse escalão. Depois, aos 13 anos, fui para o Sport Clube Lusitânia, onde fui treinado pelo mister Rodrigo Silva", recorda Marco Miranda.
Os títulos surgem a partir daqui. "Sagrei-me campeão de iniciados na primeira temporada no Lusitânia. No segundo ano neste escalão, voltei a conquistar o título de campeão com o mister Chico, mais conhecido por 'Caixa Velha'. O mister Rodrigo Silva voltou a ser meu treinador no escalão de juvenis e, aos 16 anos, volto a saborear novo título. Já nos juniores, o meu treinador era o mister 'Ralhinha' e acabámos por perder uma final com o Sport Clube Praiense para o campeonato", relembra.
Passados seis anos, regressa ao Sport Clube Barreiro na condição de sénior. Novas exigências e maiores desafios, mas o momento certo para Marco Miranda se assumir, em definitivo, como um valor seguro do futebol terceirense. E os títulos continuaram a surgir. "Fui campeão de ilha e campeão da AFAH. Com o mister Hildeberto Borges, a equipa venceu três títulos nessa época. Foi, de facto, o ano mais marcante na minha vida desportiva, especialmente por, logo no meu primeiro ano nos seniores, ter conseguido festejar a subida à Série Açores. Foi uma grande alegria", destaca o jogador do Barreiro, mesmo não esquecendo os "grandes momentos" que viveu no Lusitânia, onde realizou praticamente toda a sua formação.
O sexto lugar do Barreiro na Série Açores de futebol à entrada para a segunda fase da prova, com 20 pontos, menos 10 do que o Santiago e mais dois do que o Prainha, é motivo de satisfação para Marco Miranda. A formação do Porto Judeu está muito bem encaminhada para garantir a manutenção, o principal objetivo do clube para a presente época. A turma do Porto Judeu é, inclusive, o melhor ataque (23 golos) do grupo que vai lutar pela permanência, a par do Prainha.
Marco Miranda deixa elogios ao coletivo. "Na minha opinião, o Barreiro tem uma excelente equipa, com condições para discutir o resultado com qualquer adversário na Série Açores. Acredito que o Barreiro se vai manter na competição, pois temos um grande grupo, forte, unido e em que todos lutam pelo mesmo", refere. A nível individual, os seus anseios são os mesmos de outros jovens jogadores que olham para o futebol como um sonho: "Os meus objetivos passam por trabalhar, continuar a marcar golos e chegar mais longe". Qualidade não lhe falta. Resta não desistir.