Barreiro 2 x Santiago 2 [Vídeo]
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Nem com brindes o Barreiro venceu
Logo nos primeiros minutos da partida deu para notar uma certa insegurança na equipa do Barreiro. Incapaz de baixar a bola para níveis adequados ao seu estilo de jogo e vulnerável às movimentações longitudinais tanto de Lelé como de Balaia. José Isidro e Chibante não se entendiam na partilha do espaço à frente da defesa, onde Mário Jorge conseguia ligar-se com alguma facilidade a Filipe Andrade. Sem planificar as saídas para o ataque, muito por culpa da grande quantidade de passes falhados, o Barreiro sentiu-se atraído pelos lançamentos longos o que facilitou a vida à retaguarda verde-branca.
O Santiago marcou cedo. Ao décimo minuto Lelé, num rasgo de oportunismo, abriu o ativo depois de assistido por Filipe Andrade. A vantagem não durou muito tempo. Oito minutos depois das celebrações de Lelé, num lance aparentemente inofensivo, o guardião Hugo Almeida cometeu um enorme erro de cálculo e deixou a bola à mercê de Larika que fez com inesperada facilidade o empate. Mas nem esse golo caído do céu trouxe lucidez à turma de Porto Judeu. Havia pouco poder de desmarcação e até um aparente receio de ter a bola.
O Santiago mostrou-se uma equipa lenta que quando perdia a bola tinha alguns problemas nos reposicionamentos. Talvez por isso, era uma equipa partida com uma distância considerável entre os pivôs defensivos, Ludgero e Diogo Moniz, e o bloco ofensivo. Fez muito recurso ao jogo direto na tentativa de aproveitar sobretudo a velocidade de Filipe Andrade. Não houve da parte do Barreiro a inspiração para explorar essa clareira existente entre o ataque e o meio campo defensivo da equipa do Santiago. Ivo sentia-se manietado por Bruno Ribeiro e vigiado por Nuno Sociedade e foi obrigado a vir buscar jogo mais atrás, embora se deparasse depois com a falta de linhas de passe.
Face à incapacidade dos alvirrubros em penetrarem na área do Santiago, o guarda-redes Hugo Almeida deu uma ajudinha num canto apontado por Nobita ao transformar em golo uma bola perfeitamente defensável. A sorte bafejou o Barreiro na vantagem adquirida. Mas poucos minutos depois do intervalo, o Santiago empatou por intermédio de Armando naquela que terá sido a melhor jogada do encontro. Armando tabelou com Balaia e dentro da área, de primeira, assinou um tento de grande valor técnico.
Hildeberto Borges pôs argamassa nova no muro defensivo com as entradas de Jorge e André e verdade que só por uma vez após a alteração o Santiago criou perigo, através de uma caminhada solitária de Mário Jorge. Mas continuava a faltar ao Barreiro poder de domínio e presença ofensiva face a um opositor que se foi tornando cada vez mais destrutor e menos construtor por imperativos físicos. Sem brilho na exibição valeu ao Barreiro o resultado que lhe permite manter o Santiago à mesma distância pontual havida ao início do jogo.
O Santiago marcou cedo. Ao décimo minuto Lelé, num rasgo de oportunismo, abriu o ativo depois de assistido por Filipe Andrade. A vantagem não durou muito tempo. Oito minutos depois das celebrações de Lelé, num lance aparentemente inofensivo, o guardião Hugo Almeida cometeu um enorme erro de cálculo e deixou a bola à mercê de Larika que fez com inesperada facilidade o empate. Mas nem esse golo caído do céu trouxe lucidez à turma de Porto Judeu. Havia pouco poder de desmarcação e até um aparente receio de ter a bola.
O Santiago mostrou-se uma equipa lenta que quando perdia a bola tinha alguns problemas nos reposicionamentos. Talvez por isso, era uma equipa partida com uma distância considerável entre os pivôs defensivos, Ludgero e Diogo Moniz, e o bloco ofensivo. Fez muito recurso ao jogo direto na tentativa de aproveitar sobretudo a velocidade de Filipe Andrade. Não houve da parte do Barreiro a inspiração para explorar essa clareira existente entre o ataque e o meio campo defensivo da equipa do Santiago. Ivo sentia-se manietado por Bruno Ribeiro e vigiado por Nuno Sociedade e foi obrigado a vir buscar jogo mais atrás, embora se deparasse depois com a falta de linhas de passe.
Face à incapacidade dos alvirrubros em penetrarem na área do Santiago, o guarda-redes Hugo Almeida deu uma ajudinha num canto apontado por Nobita ao transformar em golo uma bola perfeitamente defensável. A sorte bafejou o Barreiro na vantagem adquirida. Mas poucos minutos depois do intervalo, o Santiago empatou por intermédio de Armando naquela que terá sido a melhor jogada do encontro. Armando tabelou com Balaia e dentro da área, de primeira, assinou um tento de grande valor técnico.
Hildeberto Borges pôs argamassa nova no muro defensivo com as entradas de Jorge e André e verdade que só por uma vez após a alteração o Santiago criou perigo, através de uma caminhada solitária de Mário Jorge. Mas continuava a faltar ao Barreiro poder de domínio e presença ofensiva face a um opositor que se foi tornando cada vez mais destrutor e menos construtor por imperativos físicos. Sem brilho na exibição valeu ao Barreiro o resultado que lhe permite manter o Santiago à mesma distância pontual havida ao início do jogo.
ARBITRAGEM
Hugo Teixeira julgou geralmente bem, sem descurar a lei da vantagem. Parece-nos, contudo, que, aos 65 minutos, passou impune um derrube de Diogo Moniz a Vasco dentro da área do Santiago. 3 Estrelas!
Hugo Teixeira julgou geralmente bem, sem descurar a lei da vantagem. Parece-nos, contudo, que, aos 65 minutos, passou impune um derrube de Diogo Moniz a Vasco dentro da área do Santiago. 3 Estrelas!
Liga Meo Açores | 5ª JORNADA [Grupo da Despromoção]
Campo Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro | Hugo Teixeira (AFAH)
Assistentes | Deoclésio Ávila e Diogo Andrade
Assistentes | Deoclésio Ávila e Diogo Andrade
Ao intervalo
2-1
2-1
Barreiro 2
Gonçalo
Nélson (cap.)
(André, 54m)
Rúben
Fábio
Nobita
Célio
(Flávio, 72m)
José Isidro
(Jorge, 59m)
Chibante
Larika
Ivo
Vasco
Nélson (cap.)
(André, 54m)
Rúben
Fábio
Nobita
Célio
(Flávio, 72m)
José Isidro
(Jorge, 59m)
Chibante
Larika
Ivo
Vasco
Não utilizados
Fanika, Aranha, Rodrigo e Marco Miranda.
Fanika, Aranha, Rodrigo e Marco Miranda.
Treinador
Hildeberto Borges
Hildeberto Borges
Santiago 2
Hugo Almeida
Bruno Ribeiro
Armando
Nuno Sociedade
Achadinha
Diogo Moniz
Ludgero (cap.)
Mário Jorge
(Hélder Baptista, 89m)
Filipe Andrade
Balaia
(Frederico Guerreiro, 77m)
Lelé
(Jorge Paulo, 78m)
Bruno Ribeiro
Armando
Nuno Sociedade
Achadinha
Diogo Moniz
Ludgero (cap.)
Mário Jorge
(Hélder Baptista, 89m)
Filipe Andrade
Balaia
(Frederico Guerreiro, 77m)
Lelé
(Jorge Paulo, 78m)
Não utilizados
Não houve
Não houve
Treinador
Pedro Bermonte
Pedro Bermonte
Disciplina | Cartão amarelo para Filipe Andrade (17m), Nobita (47m), André (58m) e Fábio (70m)
Marcadores | Larika (18m) e Nobita (39m); Lelé (10m) e Armando (53m)
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De golo em golo até ao êxito final

O desafio mexeu no marcador por duas vezes nos primeiros dez minutos, facto assinalável e que deixava antever um bom pronuncio.
Foi a formação anfitriã a inaugurar o marcador por Nobita, através de um livre apontado nas imediações da quina da grande área. O defesa encarnado enganou Michel que ainda tocou no esférico, mas não evitou o golo.
Cinco minutos depois, o Prainha igualava por intermédio do seu capitão, Nuno Ventura, que tirou partido, simultaneamente, de uma falta de marcação e de um ressalto na pequena área dos locais para fazer um golo fácil.
O Barreiro, que tinha entrado melhor no encontro, acusou em demasia o empate, o adversário passou a dominar e a controlar os andamentos do jogo, na sequência de um melhor posicionamento no terreno, e viria a colher os frutos desse domínio quando Nuno Ventura cruzou na direita, surgindo Luquinhas a entrar de cabeça para operar a reviravolta no marcador, perante a passividade de Gonçalo.
Os alvirrubros atravessavam uma fase de algum desconforto no prélio, com o meio campo muito encostado às linhas defensivas, a não conseguir estacar o carrossel da formação da ilha Montanha, mas, num ápice, tudo se alterou. Lance rápido pela esquerda da ofensiva do Barreiro que levou Luciano Serpa a carregar o adversário para grande penalidade. Na transformação da mesma, Ivo foi eficaz e colocou de novo o empate na partida.
Este golo surgiu na melhor fase da equipa do Porto Judeu, numa altura em que o seu rendimento atingia patamares mais elevados, o que lhe possibilitou passar a usufruir de mais posse de bola e volume de jogo ofensivo, ante um rival que desuniu o bloco e acabou por assistir com passividade a nova viragem.
Desta feita foi o central Gilberto a subir no terreno, a criar desequilíbrios e a conseguir mesmo marcar, virando a peleja a favor do seu conjunto e a permitir que o coletivo da casa saísse para o descanso na frente do marcador.
O segundo tempo trouxe um Barreiro transfigurado para muito melhor. A equipa apresentou-se mais desinibida e pressionante, o que lhe possibilitou dominar o adversário e obrigá-lo a cometer erros. Era um Barreiro de outro nível, do melhor que já lhe vimos, daí que o quarto golo, pleno de oportunidade saído da testa de Larika, não surpreendesse, e fosse mesmo o corolário lógico do andamento do jogo.
Com uma vantagem de dois golos, os locais abrandaram um pouco e depois viram os picarotos regressar à discussão do resultado com a obtenção do terceiro tento.
Uma vez mais os visitantes acusaram o golpe, facto aproveitado pelo adversário para crescer e o poste da baliza de Gonçalo tremeu quando a bola beijou o ferro das suas redes.
Foi uma ponta final frenética, de grande intensidade emocional, com o jogo aberto até ao fim, mas quis o destino com justiça, em função daquilo que se passou no terreno, que, num embate impróprio para cardíacos, os três pontos ficassem dentro de portas.
Arbitragem: bom trabalho.
Foi a formação anfitriã a inaugurar o marcador por Nobita, através de um livre apontado nas imediações da quina da grande área. O defesa encarnado enganou Michel que ainda tocou no esférico, mas não evitou o golo.
Cinco minutos depois, o Prainha igualava por intermédio do seu capitão, Nuno Ventura, que tirou partido, simultaneamente, de uma falta de marcação e de um ressalto na pequena área dos locais para fazer um golo fácil.
O Barreiro, que tinha entrado melhor no encontro, acusou em demasia o empate, o adversário passou a dominar e a controlar os andamentos do jogo, na sequência de um melhor posicionamento no terreno, e viria a colher os frutos desse domínio quando Nuno Ventura cruzou na direita, surgindo Luquinhas a entrar de cabeça para operar a reviravolta no marcador, perante a passividade de Gonçalo.
Os alvirrubros atravessavam uma fase de algum desconforto no prélio, com o meio campo muito encostado às linhas defensivas, a não conseguir estacar o carrossel da formação da ilha Montanha, mas, num ápice, tudo se alterou. Lance rápido pela esquerda da ofensiva do Barreiro que levou Luciano Serpa a carregar o adversário para grande penalidade. Na transformação da mesma, Ivo foi eficaz e colocou de novo o empate na partida.
Este golo surgiu na melhor fase da equipa do Porto Judeu, numa altura em que o seu rendimento atingia patamares mais elevados, o que lhe possibilitou passar a usufruir de mais posse de bola e volume de jogo ofensivo, ante um rival que desuniu o bloco e acabou por assistir com passividade a nova viragem.
Desta feita foi o central Gilberto a subir no terreno, a criar desequilíbrios e a conseguir mesmo marcar, virando a peleja a favor do seu conjunto e a permitir que o coletivo da casa saísse para o descanso na frente do marcador.
O segundo tempo trouxe um Barreiro transfigurado para muito melhor. A equipa apresentou-se mais desinibida e pressionante, o que lhe possibilitou dominar o adversário e obrigá-lo a cometer erros. Era um Barreiro de outro nível, do melhor que já lhe vimos, daí que o quarto golo, pleno de oportunidade saído da testa de Larika, não surpreendesse, e fosse mesmo o corolário lógico do andamento do jogo.
Com uma vantagem de dois golos, os locais abrandaram um pouco e depois viram os picarotos regressar à discussão do resultado com a obtenção do terceiro tento.
Uma vez mais os visitantes acusaram o golpe, facto aproveitado pelo adversário para crescer e o poste da baliza de Gonçalo tremeu quando a bola beijou o ferro das suas redes.
Foi uma ponta final frenética, de grande intensidade emocional, com o jogo aberto até ao fim, mas quis o destino com justiça, em função daquilo que se passou no terreno, que, num embate impróprio para cardíacos, os três pontos ficassem dentro de portas.
Arbitragem: bom trabalho.
Liga Meo Açores | 1ª Jornada - 2ª Fase [Grupo da Despromoção]
Campo Municipal de Angra do Heroísmo
Árbitro | Hugo Teixeira (AF Angra do Heroísmo)
Assistentes | Dioclécio Ávila e Paulo Simão
Árbitro | Hugo Teixeira (AF Angra do Heroísmo)
Assistentes | Dioclécio Ávila e Paulo Simão
Ao intervalo
3-2
Barreiro 4
Gonçalo
Nelson (cap.)
Gilberto
Fábio
Nobita
Célio
(Jorge, 75m)
José Isidro
Chibante
Larika
(André, 70m)
Ivo
Vasco
(Miranda, 63m)
Não Utilizados
Fanika, Mário, Ruben e Aranha
Treinador
Hildeberto Vieira
Prainha 3
Michel
Rodrigo
Moía
Orlando
Nuno Ventura (cap.)
Luquinhas
Luciano Serpa
(Diogo Ávila, 72m)
Zé Pedro
(João Frazão, 66m)
Sidnei
Edi
João Rodrigues
Não Utilizados
Pirata e Ivo Fraga
Pirata e Ivo Fraga
Treinador
Jeremy Maiato
Disciplina | cartão amarelo para Gilberto (16m), Nobita (16m), Luciano Serpa (30m), José Isidro (81m) e Gonçalo (90+5m)
Marcadores | Nobita (5m), Nuno Ventura (10m), Luquinhas (24m), Ivo (31m, g.p.), Gilberto (35m), Larika (69m) e João Rodrigues (71m)
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