Torneio do Barreiro com três equipas

Naquele que será um de os últimos eventos de pré-temporada, Sport Clube Barreiro (na qualidade de coletividade promotora da iniciativa), Sport Clube Lusitânia e Juventude Desportiva Lajense disputam, entre 19 e 21 do corrente mês de setembro, no Porto Judeu, um torneio triangular, no sistema de todos contra todos.
A prova tem como palco o campo do Barreiro e arranca na sexta-feira, dia 19, com o duelo Lusitânia - Lajense, agendado para as 19:00. No sábado, dia 20, às 17:00, concretiza-se a segunda jornada, na circunstância, com o Barreiro a esgrimir argumentos com o Lusitânia. Por fim, no domingo, dia 21, para a terceira jornada, Barreiro e Lajense enfrentam-se a partir das 17:00.
 
 

Jogo de apresentação do Lusitânia aos sócios e simpatizantes

Num encontro típico de preparação e de início de temporada, o novo timoneiro leonino João Eduardo Alves, no regresso a uma casa que bem conhece, apresentou no onze inicial as novidades Alex como central, Ruben Miranda no meio e Geni na ala esquerda, isto no que diz respeito aos atletas que ingressaram na coletividade este ano. Porém, a grande inovação foi o surgimento de Rui Marques como lateral esquerdo.
Por sua vez, o homólogo do Porto Judeu, Hildeberto Vieira, escalou um "onze" mais conservador, introduzindo apenas no coletivo o regressado Ruben Brito na lateral direita e o jovem Miguel oriundo da equipa do Salão.
O desafio desenvolveu-se numa toada morna, com os atletas a procurarem ter a bola no pé, fazendo-a circular entre os seus companheiros, embora, em termos ofensivos, fosse o Lusitânia a mandar e a impor-se no terreno, mas sem nunca imprimir um ritmo picadinho.
Com o "leão" a impor-se em casa própria, ao minuto sete, Diogo Picanço, em velocidade pelo meio, deixou a concorrência para trás e apontou, sem dificuldades, o primeiro golo do encontro. Quando os verdes aceleraram, conseguiram desequilíbrios e o marcador funcionou.
A vencer, e sabendo que estávamos apenas perante mais um teste de preparação, os atletas obviamente evitaram correr riscos desnecessários. Desta forma, o conjunto lusitanista relaxou um pouco, de tal forma que Ronaldo colocou a bola nos pés de um adversário e o empate não aconteceu por mero acaso.
Com o embate num andamento mais lento, o Barreiro aproveitou para subir no terreno, equilibrando as operações a meio campo, conseguindo, inclusive, conquanto de um modo esporádico, ter mais posse de bola, mas, em boa verdade, não passou disso mesmo.
Em termos ofensivos, a turma alvirrubra foi inconsequente, acabando por ser o emblema anfitrião, sempre que partia de trás para a frente e dava um pouco de corda aos sapatos, a chegar com alguma facilidade à área de Gonçalo, só que, no entanto, também não conseguiu dilatar o marcador nos primeiros 45 minutos.
Como seria de esperar, ao intervalo aconteceram várias alterações nos dois coletivos, embora mais no Lusitânia do que no adversário. As mexidas abanaram a partida, já que o Lusitânia surgiu mais acutilante. Esta audácia leonina conferia-lhe maior volume de jogo ofensivo, daí que Marreta tenha desperdiçado a possibilidade de elevar o marcador na transformação de uma grande penalidade. Derrube de Fábio, que foi expulso, a Diogo Picanço com o dianteiro da rua da Sé a atirar à figura do guardião barreirense.
Com menos uma unidade, o Barreiro experimentou sérias dificuldades, em virtude da quantidade atacante contrária, surgindo, então, com naturalidade o segundo da peleja, apontado por Benjamim.
O Lusitânia por várias vezes ameaçou o terceiro golo, mas este teimou em não aparecer e, com o andar do tempo, aos poucos (embora controlasse totalmente o jogo), a intensidade atacante foi-se diluindo, permitindo ao Barreiro respirar mais tranquilamente, num espetáculo interessante de seguir.
Arbitragem: seguiu os acontecimentos muito à distância. O vermelho a Fábio só se foi de ordem disciplinar.
 
Apresentação do Lusitânia
Estádio João Paulo II
 
Árbitro | Diogo Andrade (AFAH)
Assistentes | Francisco Bettencourt e Gonçalo Silveira.
 
Ao intervalo
1-0
 
Lusitânia 2
Ronaldo
Cris
Alex
Heitor
Rui Marques
Diogo Picanço
José Dias
João Dias
Ruben Miranda
Geni
Nuno Lima (cap.)
 
Jogaram ainda
Lima, Filipe Melo, Celso, Benjamim, Tavares, Marreta, Fábio Silva, Diogo Medeiros, Tomás, Spencer, Ruben Silva e José Pedro. 
 
Treinador
João Eduardo Alves.
 
Barreiro 0
Gonçalo
Ruben Brito
Fábio
Mário
Cordeiro
Jorge
Isidro (cap.)
Miguel
Vasco
Ivo
Larika
 
Jogaram ainda
André Araújo, Honório, Marco Miranda, Fanica, Lhuka e Rui.

Não utilizado
Zé.
 
Treinador
Hildeberto Vieira.
 
Disciplina | Cartão vermelho direto para Fábio (54m).
 
Marcadores | Diogo Picanço (7m) e Benjamim (61m).
 

Poderíamos ter alcançado o grupo dos primeiros

O Sport Club Barreiro garantiu, na temporada 2013/14, o quarto lugar do grupo da manutenção na Liga Meo Açores, em igualdade pontual com o Santiago e a dois pontos do segundo, o Guadalupe, embora tenha confirmado a permanência apenas no final da competição. Apesar de tudo, é um desfecho que lhe agrada, tendo em conta os objetivos iniciais da equipa?
Sem dúvida que sim, embora não fosse nosso desejo resolver a questão da permanência apenas na última jornada. Mas o objetivo foi conseguido e o mais importante para o Barreiro passava por garantir a manutenção na Liga Meo Açores.
Ainda assim, penso que a equipa poderia ter alcançado este objetivo de forma menos sofrida e tudo indicava que isso pudesse acontecer, especialmente pelo que fizemos ao longo da primeira fase da prova. Aliás, para ser sincero, o grupo de trabalho acreditou, nessa altura, que poderia lutar por um lugar entre os primeiros quatro. Mas o futebol é assim e acabámos por sofrer até ao fim. Faltou-nos dar esse passo...
 
De forma mais concreta, o que faltou ao Barreiro para conseguir atacar o grupo da frente?
Faltou-nos alguma sorte, sempre necessária, até porque acabámos por pecar um pouco na finalização, pois sempre praticámos bom futebol ao longo da época. Tentámos trabalhar esta vertente, mas não conseguimos... Por outro lado, penso que a ansiedade também se apoderou de alguns jogadores, que revelaram alguma quebra do ponto de vista emocional. A partir de uma certa altura, a equipa ressentiu-se em termos psicológicos. Os jogadores sentiram na pele esse menor fulgor na segunda fase, algo que não aconteceu na temporada anterior, quando partimos para uma parte final muito boa.
 
Neste nível competitivo, o Barreiro tem tido alguns problemas na constituição do grupo de trabalho, sendo quase sempre a última equipa a fechar o plantel. É algo que também ajuda a explicar estas aflições para garantir a permanência?
A verdade é que, para todas as épocas, perdemos sempre três/quatro jogadores e, posteriormente, somos obrigados a aguardar pelas dispensas de atletas de outros clubes, com outro poderio. São dificuldades bem evidentes, mas é esta a nossa realidade. No entanto, mesmo não sendo um clube grande, o Barreiro é um grande clube.
 
Como analisa esta primeira edição da Liga Meo Açores?
Não querendo entrar muito pelas questões polémicas, creio que a prova pecou bastante a nível dos seus ajustamentos. Foi a primeira edição e sentiu-se essa inexperiência em termos organizativos, mas penso que estão reunidas condições para que, esta época, as coisas melhorem. Existiu muita polémica, algumas evitáveis, caso as três Associações de Futebol fossem capazes de um maior diálogo.
Quanto à vertente desportiva, penso que existiu mais competitividade, apesar de o Angrense se ter destacado de forma clara. Ainda assim, a qualidade também baixou um pouco, opinião que me parece unânime. É algo um pouco difícil de explicar, até porque, na minha opinião, o jogador açoriano tem qualidade.
Por outro lado, penso que é errado alguns clubes terem ido buscar jogadores a outras equipas na segunda fase, ferindo um pouco a verdade desportiva da prova. A outro nível, a inclusão, na primeira fase, de trios de arbitragem com um árbitro de outra ilha e dois assistentes da ilha onde se desenrolava o jogo também não me parece correto. Foi algo retificado na segunda fase.
 
MANTER A BASE
 
Que plantel o Barreiro vai apresentar para a próxima temporada, a terceira consecutiva neste patamar?
Nesta altura, conseguimos garantir a grande maioria dos jogadores que fez parte do plantel da época passada. Perdemos apenas três jogadores: Gilberto e Nobita, para o Praiense, e Ruben, para o Lusitânia. Este era o nosso grande objetivo: manter a espinha dorsal da equipa. A permanência desta base é muito importante para nós, pois permite-nos alguma da estabilidade que foi faltando em outras épocas, garantindo-nos continuidade no trabalho que desenvolvemos desde o início da temporada passada. No fundo, os alicerces deste trabalho não tremem.
 
Tornou a existir assédio a jogadores do Barreiro?
Sim. Já saíram três e, mesmo em janeiro, tentaram ir buscar jogadores ao Barreiro.
 
O que espera dos reforços, nomeadamente dos regressos de Lhuka e Ruben, provenientes do Angrense?
Apesar de termos perdido três pedras influentes, penso que, com o plantel da época passada e esses dois reforços que referiu, o grupo oferece todas as garantias. Aliás, são dois jogadores que conheço bastante bem, sei do seu valor e sei aquilo que podem dar à equipa. Durante a pré-época, mais quatro ou cinco atletas podem também vir a fazer parte do plantel. Estou confiante de que vamos formar um bom balneário.
 
A subida do Boavista e a presença do Angrense e Praiense no Campeonato Nacional de Séniores acabam por criar ainda mais dificuldades a um clube como o Barreiro?
Claro que sim. Essas dificuldades aumentam, embora sejam comuns a todos os clubes terceirenses. Somos uma ilha pequena e as dificuldades em recrutar jogadores são evidentes. Penso que, nos próximos anos, o cenário pode ainda piorar. Existe escassez de jogadores, apesar da aposta que alguns clubes fazem na formação. No caso do Barreiro, pecamos um pouco neste aspeto, pois não temos o escalão de juniores. Estamos a trabalhar neste sentido, já existe uma equipa de juvenis e, no futuro, poderemos alargar o nosso campo de recrutamento aos nossos escalões de formação.
 
Quanto a objetivos, quais as principais metas do Barreiro para 2014/15, Passa por fazer melhor do que na temporada anterior? Passa por chegar ao grupo dos primeiros quatro?
Passa, fundamentalmente, por garantir a manutenção o quanto antes, até para não vivermos os sobressaltos da temporada passada. O objetivo nunca será atingir o grupo da frente, mesmo sendo certo que, se isto for possível, faremos tudo para não perder essa oportunidade. Para o Barreiro, a manutenção é sempre o mais importante.
Por outro lado, ainda nos falta conhecer o real valor dos restantes adversários. Penso que, mesmo com a subida do Angrense, a Liga Meo Açores não será mais fraca, por assim dizer, até porque o Ideal será, certamente, uma equipa bastante forte e com metas ambiciosas. A luta pela permanência pode ser bastante interessante, mas também não será uma luta de vida ou de morte. Conhecemos perfeitamente a realidade e as dificuldades do Barreiro. Entramos para cada época sabendo dessas dificuldades e conseguimos algo inédito, que foi a manutenção neste patamar competitivo.
 
O clube sentiu alguma dificuldade para encontrar alguém disponivél para assumir a presidência do Barreiro, algo que no entanto, acabou por ser resolvido internamente. Foi uma situação que o preocupou?
Preocupou a equipa técnica e os próprios jogadores. No entanto, sempre tivemos um apoio muito grande da direção, especialmente do nosso presidente, que nos ofereceu todas as condições de trabalho. Foi um suporte muito forte.
Quanto ao resto, o anterior vice-presidente é, agora, o presidente do Barreiro e o grupo de trabalho compreende este autêntico massacre para estas pessoas que dirigem o clube. São sempre os mesmos, embora encarem a coletividade com um espírito familiar. A manutenção, neste sentido, é uma mais-valia importante.
 
A ALEGRIA DO REGRESSO A CASA
 
O Barreiro voltou a andar com 'a casa às costas' na temporada passada, realizando os jogos caseiros no Municipal de Angra, algo que, para a nova época, já não se coloca. Entende que esta situação poderia ter sido desbloqueada logo na primeira edição da Liga Meo Açores?
Quem manda pode, como se costuma dizer, mesmo sabendo-se que outra equipa jogou num campo que também não reunia as medidas regulamentares. É com muita alegria que voltamos a casa, pois tínhamos muita vontade de voltar a jogar no Porto Judeu. É necessário que as pessoas entendam que, para um clube como o Barreiro, não é fácil enfrentar duas épocas consecutivas a jogar fora de casa, com todos os gastos que isto acarreta.
No entanto, voltar a casa pode ser uma "faca de dois gumes"... Isto porque, por ser um campo pequeno, os nossos adversários, certamente, vão jogar muito fechados, apostando no pontapé na frente. Penso que isto pode trazer algumas dificuldades ao Barreiro, que é uma equipa que gosta de jogar com a bola no pé, apresentando bom futebol. Espero, acima de tudo, que os nossos adeptos e a massa associativa compareçam em força nos nossos jogos, sendo esse suporte sempre importante para a equipa.
 
Está há 11 anos consecutivos no Sport Club Barreiro e já conquistou, enquanto treinador, o respeito e a admiração do futebol Terceirense, especialmente porque tem sido capaz, mesmo com recursos mais modestos, de colocar as suas equipas a praticar futebol de qualidade. Pessoalmente, tem também o objectivo de dar o salto e assumir projetos mais ambiciosos em termos desportivos?
Claro que gostava de chegar mais longe. Estou num clube pequeno, um clube que conheço com rigor e a minha realidade, neste momento, é o Barreiro, onde me sinto bastante bem. O futuro a Deus pertence, mas é óbvio que não enjeitaria essa possibilidade. Aliás, existiram contactos na época passada, mas não acedi porque estava com um projeto entre mãos.
 
 

Barreiro 7 x Lajense 0 [Vídeo]


Goleada com olhos postos na manutenção


Num prélio deveras importante para a formação do Porto Judeu, na procura do objetivo permanência na Liga Meo Açores, a equipa, pese todo o labor demonstrado em campo, denotou alguma ansiedade e vontade em fazer tudo rapidamente, o que a inibiu, um pouco, de pensar mais com a razão do que com o coração.
Deste modo, o coletivo alvirrubro experimentou dificuldades na primeira dezena de minutos em pegar no jogo, facto aproveitado pelos picarotos, uma equipa com a sua situação na tabela definida, para atuarem de forma tranquila e controlar as operações na zona de meio-campo.
O Barreiro é, como se sabe, uma equipa que se sente melhor a jogar de trás para a frente, através de passes rápidos, usando preferencialmente as alas, daí que denotasse dificuldades em atuar em ataque organizado.
Numa das situações em que se sente particularmente bem, cruzamento para o interior da área e Filipe Melo desvia a bola com o braço. Grande-penalidade inequívoca que Ivo Tavares, denotando enorme serenidade, converteu superiormente.
Este golo teve o condão de trazer a tranquilidade que faltava e, a partir daqui, os pupilos de Hildeberto Vieira passaram a ter mais bola e a jogar com maior insistência na frente de ataque, vindo, então, ao de cima a superior qualidade técnica dos seus atletas.
Isto, claro, traduziu-se na criação de mais e melhores situações para dilatar o marcador, o que viria mesmo a suceder com toda a naturalidade, na sequência de um lance simples e eficaz, típico deste conjunto.
Bola colocada longa na faixa lateral para Ivo Tarares e este a meter longo e cruzado para o interior, surgindo de trás, em velocidade, Célio Gonçalves a bater Miguel Leal pela segunda vez.
Melhorou ainda mais os índices de confiança dos anfitriões e o terceiro, assinado por Ivo Tavares, através de um remate rasteiro e colocado, nasceu com toda a naturalidade e justiça, subindo mesmo a fasquia para o quarto da manhã/tarde de ontem, assinado por Marco Miranda.
Aliás, a goleada só não atingiu números ainda mais expressivos no regresso aos balneários por mera infelicidade no momento da finalização.
Com o vencedor encontrado ao intervalo, os terceirenses, no segundo tempo, foram essencialmente mais controladores ao nível dos andamentos e gestão da partida, atuando de uma forma mais pausada, mas, no entanto, sem nunca descurar a vertente atacante e a possibilidade de aumentar o volume do resultado, o que, por via da insistência do seu futebol ofensivo, foi mesmo acontecendo, com o resultado a subir paulatinamente, chegando, no final, à placa sete.
Desfecho, digamos, encorajador para o compromisso final, a disputar na próxima jornada (10.ª) no sempre difícil terreno de Água de Pau, em São Miguel, perante a formação local do Santiago. A ver vamos o que acontece.
Arbitragem: regular.

 
Liga Meo Açores | 9ª Jornada
Campo Municipal de Angra do Heroísmo

Árbitro: César Andrade (AF Ponta Delgada)
Assistentes: Pedro Amaral e Adriano Pontes
Ao intervalo
4-0


Barreiro 7
Gonçalo
André
Mário Cota
Gilberto
Nobita
Célio Gonçalves
Jorge Ferreira (cap.)
André Chibante
Larika
(Duarte Cordeiro, 52m)
Ivo Tavares
(Rodrigo, 75m)
Marco Miranda
(Aranha, 84m)
 
Não utilizados
Fanika, José Isidro, Flávio e Vasco.
Treinador
Hildeberto Vieira.

Lajense 0
Miguel Leal

Ricardo Rocha
(Emídio Melo, 44m)
Pedro Oliveira
João Marco (cap.)
Edgar Vieira
Nicolau Silveira
(Luís Azevedo, 87m)
Marco Melo
Tiago Rebelo
António Vieira
(André Fernandes, 41m)
Everaldo Soares
Filipe Melo
Não utilizado
Guilherme Ponte.
Treinador
Celestino Ribeiro.
Disciplina

cartão amarelo para Filipe Melo (13 e 36m), Emídio Melo (50m), João Marco (57m), Marco Miranda (60m), Tiago Rebelo (72m), Ivo Tavares (74m) e Rodrigo (78m). Vermelho direto para Tiago Rebelo (72m). Vermelho, por acumulação de amarelos, para Filipe Melo (36m)
Marcadores
Ivo Tavares (13m, g.p., e 30m), Célio Gonçalves (24m), Marco Miranda (36 e 70m), Jorge Ferreira (g.p., 73m) e André (88m)